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	<title>Historia archivos - Solidaridad Southamerica</title>
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	<description>Organización Internacional sin fines de lucro con 50 años de experiencia a nivel global en desarrollo de mercados sostenibles e inclusivos</description>
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	<title>Historia archivos - Solidaridad Southamerica</title>
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	<item>
		<title>Cloves Rios: transformações positivas que vêm do cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 13:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/transformacoes-positivas-que-vem-do-cacau/">Cloves Rios: transformações positivas que vêm do cacau</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-1069dac0f572ee0"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><i><span style="font-weight: 400;">O agricultor Cloves Rios, de 38 anos, enxergou na lavoura cacaueira um caminho para sustentar a fam&iacute;lia e vem ganhando destaque na regi&atilde;o de Novo Repartimento, no Par&aacute;, pela produ&ccedil;&atilde;o de cacau e chocolate</span></i></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1280" height="718" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2025/05/hhjhjh.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="hhjhjh"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ap&oacute;s tentar a vida em Bel&eacute;m, Cloves voltou para o interior decidido a apostar no cacau e recebeu assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e apoio da Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad. Foto: Solidaridad </figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Nascido numa fam&iacute;lia maranhense de sete irm&atilde;os, o produtor de cacau Cloves Rios dos Santos, de 38 anos, se mudou para o Par&aacute; ainda crian&ccedil;a. Filho de agricultores, Cloves acompanhou desde cedo os pais trabalhando duro na lavoura, mas sem conseguirem progredir. Por v&aacute;rios anos, ele, os pais e os irm&atilde;os moraram e trabalharam em Novo Repartimento, munic&iacute;pio da Transamaz&ocirc;nica paraense, mas a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica da fam&iacute;lia n&atilde;o melhorou. Ele lembra que as tentativas de plantio de outras culturas fracassaram, at&eacute; que a fam&iacute;lia come&ccedil;ou a cultivar cacau, mas tamb&eacute;m sem obter grandes resultados al&eacute;m da subsist&ecirc;ncia.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Para fugir da pobreza e tentar uma vida melhor, o jovem Cloves decidiu se mudar para Bel&eacute;m. Na capital paraense, ao contr&aacute;rio do que esperava, ele enfrentou muitas dificuldades e n&atilde;o conseguiu continuar os estudos. &ldquo;Era invi&aacute;vel. Eu n&atilde;o tinha apoio, era muito desinformado, n&atilde;o tive como prosseguir&rdquo;, lamenta. </span><span style="font-weight: 400;">Em 2008, Cloves decidiu retornar para Novo Repartimento. &ldquo;A &uacute;nica sa&iacute;da foi voltar e tentar achar um meio de vida. O meu pai estava impossibilitado de trabalhar, e meus irm&atilde;os tinham abandonado a propriedade, ent&atilde;o eu vi uma oportunidade. Foi na lavoura cacaueira que eu enxerguei uma luz para sustentar a minha fam&iacute;lia&rdquo;, comenta.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">E foi assim, contrapondo e derrubando os obst&aacute;culos de uma hist&oacute;ria familiar marcada pela pobreza e a escassez, que Cloves come&ccedil;ou a dar os primeiros passos para se tornar um produtor rural reconhecido e admirado no assentamento rural Tuer&ecirc;. Casado com Alana e pai do menino Rhadade, de 10, e da pequena Yorhana, de 5, ele viu a sua vida tomar novos rumos e progredir.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="1784" height="1016" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2025/05/hh.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="hh"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ao participar da Chocolat Amaz&ocirc;nia, Cloves tem tido a oportunidade de conhecer o mercado e trocar experi&ecirc;ncias com outros produtores do Tuer&ecirc;. Foto: Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad </figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados mais expressivos do trabalho de Cloves surgiram em 2016, ap&oacute;s conhecer a <strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>. Ele lembra o in&iacute;cio da parceria e destaca a import&acirc;ncia da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica numa regi&atilde;o com poucos recursos e falta de informa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Assim que a <strong>Solidaridad</strong> chegou com o projeto, a gente topou. A proposta deles de oferecer assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica presencial foi muito boa, pois a gente queria saber das coisas, mas n&atilde;o tinha para quem perguntar. Falaram que iam ajudar a melhorar a produtividade e a qualidade, da&iacute; a gente virou parceiro&rdquo;, conta.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Cloves faz um balan&ccedil;o dos &uacute;ltimos anos e consegue enxergar as mudan&ccedil;as e os frutos que a parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o trouxe para a vida dele e da fam&iacute;lia. Reflexivo, ele enumera as transforma&ccedil;&otilde;es positivas que vivenciou. &ldquo;A chegada da <strong>Solidaridad</strong> foi fundamental. Hoje temos boas pr&aacute;ticas na propriedade, principalmente na lavoura de cacau. Naturalmente vai aumentando a renda, por causa do trabalho tecnificado e de qualidade. A gente conseguiu alcan&ccedil;ar os nossos prop&oacute;sitos, e j&aacute; viajamos a v&aacute;rios lugares para conhecer a cadeia. Todo esse trabalho tem tido um impacto na nossa vida de um modo geral: fam&iacute;lia, economia, forma de trabalho, conquistas sociais&hellip;tudo tem melhorado. Eu sou muito grato por tudo o que tem acontecido&rdquo;, afirma ele, que tem participado da Chocolat Amaz&ocirc;nia, principal festival internacional de chocolate e cacau que acontece anualmente em Bel&eacute;m.&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;"><br>
</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="1254" height="757" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-04-30-as-16.08.40_6ff80051.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem do WhatsApp de 2025-04-30 &agrave;(s) 16.08.40_6ff80051"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Alana e Cloves s&atilde;o parceiros de vida e de trabalho. Al&eacute;m de criarem os dois filhos, eles produzem chocolate com o cacau que colhem no quintal. Foto: Acervo pessoal/Alana Rios</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Satisfeito com a reviravolta que conseguiu dar em sua vida, Cloves lembra que n&atilde;o esperava chegar t&atilde;o longe. &ldquo;Eu s&oacute; pensava em aumentar a produ&ccedil;&atilde;o, vender para o primeiro atravessador que aparecia, que era para pagar as contas. Fazer chocolate nem entrava nos nossos sonhos, estava muito longe da nossa realidade&rdquo;, diz. &ldquo;Fico emocionado de ver as barrinhas com meu nome, nosso servi&ccedil;o, nossa qualidade. Est&aacute; a&iacute; o resultado de um trabalho parceiro. Fico muito honrado e feliz&rdquo;, completa.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>PARCEIRA DE VIDA</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O agricultor faz quest&atilde;o de enfatizar o papel que a esposa Alana teve em todo o processo de crescimento da produ&ccedil;&atilde;o cacaueira da fam&iacute;lia. &ldquo;Isso aconteceu a partir do momento em que a gente se uniu na busca por um objetivo. E a gente est&aacute; alcan&ccedil;ando isso, trazendo dignidade para a nossa fam&iacute;lia. Ela &eacute; meu bra&ccedil;o direito, e digo que sem ela eu estaria desestruturado&rdquo;, reconhece.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em 2023, eles criaram a marca de chocolates </span><em><span style="font-weight: 400;">Tuer&ecirc; Terra Cacau</span></em><span style="font-weight: 400;">, respons&aacute;vel por uma l&oacute;gica de produ&ccedil;&atilde;o</span><i><span style="font-weight: 400;"> tree to bar</span></i><span style="font-weight: 400;"> (da &aacute;rvore &agrave; barra), em que todo o processo para obter o chocolate de qualidade &eacute; executado por eles &ndash; desde as pr&aacute;ticas agr&iacute;colas na lavoura at&eacute; a embalagem das barras para comercializa&ccedil;&atilde;o.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Iniciamos o processo de pensar na marca visitando festivais de chocolate de qualidade, sempre com o incentivo da <strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>. Nesses eventos, vimos outros produtores familiares que faziam o seu pr&oacute;prio chocolate, o que despertou na gente a mesma vontade. Come&ccedil;amos a levar a nossa marca para os festivais e hoje somos bem reconhecidos na regi&atilde;o. No ano passado, ficamos entre os dez melhores chocolates do estado do Par&aacute; e conseguimos a quarta posi&ccedil;&atilde;o na categoria &lsquo;Melhor chocolate de origem da Amaz&ocirc;nia 2024&rsquo; na Chocolat Amaz&ocirc;nia. Isso foi um grande incentivo para comprovar que estamos no caminho certo&rdquo;, conta Cloves.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Depois de ver realizados alguns objetivos e metas de vida, o produtor rural n&atilde;o pensa em parar e tem outros sonhos, inclusive para o Tuer&ecirc;. &ldquo;O assentamento &eacute; uma regi&atilde;o muito promissora. Se eu pensasse em s&oacute; fazer a minha am&ecirc;ndoa de chocolate, para mim estava bom, eu me aquietava e j&aacute; estava realizado. Mas n&oacute;s temos a possibilidade de chegar mais longe. Eu j&aacute; sonho com uma agroind&uacute;stria para beneficiar o cacau e outras culturas, diversificar a lavoura na nossa regi&atilde;o e agregar mais valor para a agricultura familiar. &Eacute; uma regi&atilde;o de fam&iacute;lias agricultoras que merecem reconhecimento e valoriza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, comenta.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="2240" height="1567" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-04-30-as-16.03.40_10e1a12b.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Imagem do WhatsApp de 2025-04-30 &agrave;(s) 16.03.40_10e1a12b"></div>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">As barras de chocolate <em>Tuer&ecirc; Terra Cacau</em> podem ser adquiridas pelo </span><a href="https://www.instagram.com/tuere_terra_cacau/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">perfil do Instagram</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou pelo WhatsApp (94) 99278-0093.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><section class="vc_section"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-1869dac0f5747c7"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><h2 style="text-align: left;font-family:Abril Fatface;font-weight:400;font-style:normal" class="vc_custom_heading vc_do_custom_heading">CONTATO</h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-9669dac0f5759ee"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<link rel="stylesheet" id="wd-info-box-css" href="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/themes/woodmart/css/parts/el-info-box.min.css?ver=7.4.3" type="text/css" media="all"> 						<div class="info-box-wrapper">
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						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Paulo Lima</strong></p>
<p>Gerente de Cacau e Pecu&aacute;ria</p>
<p><a href="mailto:paulo.lima@solidaridadnetwork.org"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
			</div>
		</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-8969dac0f5d103e"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13742" data-title="Connecting women of the amazonian region" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Connecting women of the amazonian region" title="Cloves Rios: transforma&ccedil;&otilde;es positivas que v&ecirc;m do cacau" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13732" data-title="Conectando mulheres da Transamaz&ocirc;nica" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Conectando mulheres da Transamaz&ocirc;nica" title="Cloves Rios: transforma&ccedil;&otilde;es positivas que v&ecirc;m do cacau" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13688" data-title="Estudo da cadeia da palma de &oacute;leo no estado do Par&aacute;" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13686" data-title="Expans&atilde;o sustent&aacute;vel de palma de &oacute;leo pode beneficiar 25 mil fam&iacute;lias produtoras de pequena e m&eacute;dia escala" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13674" data-title="Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad consolida presen&ccedil;a na COP30 de Bel&eacute;m com participa&ccedil;&atilde;o em mais de 20 eventos" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad consolida presen&ccedil;a na COP30 de Bel&eacute;m com participa&ccedil;&atilde;o em mais de 20 eventos" title="Cloves Rios: transforma&ccedil;&otilde;es positivas que v&ecirc;m do cacau" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13622" data-title="Bem Viver Amaz&ocirc;nia: protagonismo das produtoras da Transamaz&ocirc;nica em primeiro lugar" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Bem Viver Amaz&ocirc;nia: protagonismo das produtoras da Transamaz&ocirc;nica em primeiro lugar" title="Cloves Rios: transforma&ccedil;&otilde;es positivas que v&ecirc;m do cacau" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/transformacoes-positivas-que-vem-do-cacau/">Cloves Rios: transformações positivas que vêm do cacau</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;A agricultura regenerativa é o futuro do mundo&#8217;</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/a-agricultura-regenerativa-e-o-futuro-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 18:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/a-agricultura-regenerativa-e-o-futuro-do-mundo/">&#8216;A agricultura regenerativa é o futuro do mundo&#8217;</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-3269dac0f5d7bc7"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header><i><span style="font-weight: 400;">Descendente de Santos Dumont, Arnaldo Adams produz caf&eacute;s especiais a partir de pr&aacute;ticas regenerativas e incentiva a sustentabilidade e a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente em sua fazenda hist&oacute;rica&nbsp;</span></i></header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="1200" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/11/IMG-20241001-WA0013.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="IMG-20241001-WA0013"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A tradi&ccedil;&atilde;o cafeeira na Morada da Prata foi resgatada em 2010 e desde 2013 tem foco na produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;s especiais. Foto: Acervo pessoal/Arnaldo Adams</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">&Eacute; poss&iacute;vel produzir um caf&eacute; rent&aacute;vel com boas pr&aacute;ticas na lavoura. Arnaldo Adams Ribeiro Pinto, propriet&aacute;rio da Fazenda Morada da Prata, sobrinho-bisneto do pai da avia&ccedil;&atilde;o Santos Dumont e filho de Maria Helena Dumont Adams, faz parte da quinta gera&ccedil;&atilde;o a trabalhar com cafeicultura, seguindo o legado familiar. Seus bisav&oacute;s maternos e paternos cultivam essa cultura desde 1936 em Batatais (SP), na regi&atilde;o da Alta Mogiana.&nbsp;</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Arnaldo viveu sua inf&acirc;ncia, adolesc&ecirc;ncia e in&iacute;cio da vida adulta na cidade de S&atilde;o Paulo, mas sempre visitava Ribeir&atilde;o Preto e Batatais nas f&eacute;rias. Durante a faculdade de arquitetura, sua m&atilde;e lhe arrendou 3 hectares de terra, onde come&ccedil;ou sua jornada na agricultura plantando milho de pipoca, amendoim e feij&atilde;o. Ap&oacute;s o contato com a realidade da produ&ccedil;&atilde;o rural, acabou assumindo a fazenda em 2013.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Cafezal com pr&aacute;ticas regenerativas</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Desde que tomou as r&eacute;deas dos neg&oacute;cios da fam&iacute;lia, Arnaldo deu um novo rumo para o cafezal com a implanta&ccedil;&atilde;o da agricultura regenerativa e a produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;s especiais. Sua nova metodologia de produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel resultou em gr&atilde;os excepcionais que conquistaram diversas premia&ccedil;&otilde;es e concursos de qualidade da cadeia cafeeira. Al&eacute;m disso, dos 456 hectares da fazenda, 150 s&atilde;o de mata nativa preservada, onde animais circulam livremente e esp&eacute;cies da Mata Atl&acirc;ntica s&atilde;o protegidas da extin&ccedil;&atilde;o.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Minha m&atilde;e tocava a fazenda da forma que aprendeu com meu av&ocirc;, no modo convencional. Quando comecei, justamente por ser fora da &aacute;rea, eu n&atilde;o tinha preconceitos na agronomia e me abria para o novo. O tema da sustentabilidade sempre fez parte de mim, do amor &agrave; natureza, &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o e &agrave; vida. Foi natural buscar um formato em que pudesse obter resultados de uma forma sustent&aacute;vel&rdquo;, conta.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="1052" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/11/IMG-20241001-WA0012-1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="IMG-20241001-WA0012"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Dos 456 hectares da fazenda, 150 s&atilde;o de mata nativa preservada, onde animais circulam livremente e esp&eacute;cies da Mata Atl&acirc;ntica s&atilde;o protegidas da extin&ccedil;&atilde;o. Foto: Acervo pessoal/Arnaldo Adams</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Com a premissa da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola em harmonia com o meio ambiente, Arnaldo defende a agricultura regenerativa como a &uacute;nica alternativa para as produtoras e produtores rurais. &ldquo;Ela &eacute; para mim o futuro do mundo. Trabalhar com os agentes naturais e saber como eles podem nos ajudar a produzir mais, com menos impacto e tirando o excesso de CO2 da atmosfera, &eacute; algo incr&iacute;vel, quase inacredit&aacute;vel&raquo;, diz.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A tem&aacute;tica, segundo ele, ainda &eacute; incipiente no setor agropecu&aacute;rio, e a falta de incentivo &agrave; pesquisa e &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o de agentes biol&oacute;gicos limita o crescimento de pr&aacute;ticas sustent&aacute;veis no campo.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Uma colherada de terra virgem carrega mais de um bilh&atilde;o de seres vivos. S&atilde;o eles que ajudam a manter o equil&iacute;brio de pragas e doen&ccedil;as nas matas e que disponibilizam alimento para essas plantas e &aacute;rvores que est&atilde;o ali h&aacute; anos ou at&eacute; s&eacute;culos! E o que conhecemos sobre essas bact&eacute;rias e fungos? Estamos aprendendo agora, a ind&uacute;stria conseguiu identificar e disponibilizar ao produtor menos de duas dezenas de op&ccedil;&otilde;es comerciais, mas existe um mundo a ser descoberto. Falta incentivo &agrave; pesquisa, &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o e &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o do uso de agentes biol&oacute;gicos para o agro&rdquo;, destaca Arnaldo.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Balan&ccedil;o de carbono no caf&eacute;</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O contato de Arnaldo com a </span><b>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</b><span style="font-weight: 400;"> se deu a partir de sua participa&ccedil;&atilde;o no estudo </span><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/estudo-destaca-estrategias-para-reduzir-emissoes-de-gee-na-cadeia-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;">Panorama para o balan&ccedil;o de carbono na produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">realizado na regi&atilde;o da Alta Mogiana para incentivar a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas agr&iacute;colas mais sustent&aacute;veis e resilientes.&nbsp;</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="856" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/11/IMG-20241001-WA0019.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="IMG-20241001-WA0019"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Arnaldo pertence &agrave; quinta gera&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia a trabalhar com a produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;. Foto: Acervo pessoal/Arnaldo Adams</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O estudo revela que o manejo e a gest&atilde;o orientados por pr&aacute;ticas regenerativas tendem a contribuir para uma cafeicultura climaticamente mais eficiente, al&eacute;m de competitiva e rent&aacute;vel. Melhores pr&aacute;ticas para o manejo do solo, redu&ccedil;&atilde;o do uso de fertilizantes nitrogenados, utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos biol&oacute;gicos, ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas para o manejo de res&iacute;duos e promo&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia de m&aacute;quinas agr&iacute;colas foram algumas das pr&aacute;ticas respons&aacute;veis por reduzir a emiss&atilde;o de carbono elencadas na pesquisa. Na avalia&ccedil;&atilde;o de Arnaldo, trabalhos como este s&atilde;o essenciais para o futuro da agricultura brasileira.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Neste momento de tantos questionamentos sobre o agro no Brasil e de tanta desinforma&ccedil;&atilde;o, o trabalho realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad &eacute; muito importante para mostrar aos agentes da cadeia o potencial de contribui&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente que a agricultura respons&aacute;vel pode trazer. Esse tipo de trabalho joga luz e esperan&ccedil;a para o futuro do agro, para as comunidades e para as pessoas se sentirem mais seguras num futuro poss&iacute;vel de habitar o planeta que, neste momento, infelizmente, arde de v&aacute;rias formas&rdquo;, afirma.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1440" height="810" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/11/IMG-20241001-WA0011.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="IMG-20241001-WA0011"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Um melhor manejo do cafezal com pr&aacute;ticas regenerativas pode contribuir para uma cafeicultura climaticamente mais eficiente e rent&aacute;vel. Foto: Acervo pessoal/Arnaldo Adams</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Fazenda Morada da Prata</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">No s&eacute;culo 19, Henrique Dumont, pai do aviador Santos Dumont, j&aacute; plantava caf&eacute; nos arredores de Ribeir&atilde;o Preto. Inovador para a &eacute;poca, sua fazenda era vista como a mais moderna da Am&eacute;rica do Sul, o que lhe trouxe o t&iacute;tulo de &ldquo;Rei do Caf&eacute;&rdquo;. Pl&iacute;nio Adams, genro de seu outro filho, Luiz Dumont, adquiriu a Morada da Prata em 1936. Em 1968, a vi&uacute;va Ad&eacute;lia passou a administra&ccedil;&atilde;o da propriedade &agrave; filha do casal, Maria Helena Dumont Adams.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Sob os cuidados da m&atilde;e de Arnaldo, a Morada da Prata firmou-se com o trip&eacute; caf&eacute;, soja e milho na d&eacute;cada de 1970. Atualmente, a fazenda est&aacute; dedicada &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute;s especiais com a governan&ccedil;a de Arnaldo Adams Ribeiro Pinto, que traz em seu DNA a paix&atilde;o pela inova&ccedil;&atilde;o e a busca pelo conhecimento.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div></div><section class="vc_section"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-3069dac0f5d901d"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<div class="info-box-wrapper">
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							<div class="info-box-icon">

							
																	<img loading="lazy" decoding="async" width="190" height="170" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2021/01/Gabriel-Dedini-2.jpg" class="attachment-full size-full" alt="">															
							</div>
						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Gabriel Dedini</strong></p>
<p>Gerente de Programas de Caf&eacute; e Erva-mate</p>
<p><a href="mailto:gabriel.dedini@solidaridadnetwork.org" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
			</div>
		<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-2669dac0f63c660"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
			<!-- START News Caf&eacute; REVOLUTION SLIDER 6.7.35 --><p class="rs-p-wp-fix"></p>
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					<rs-slides style="overflow: hidden; position: absolute;">
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13331" data-title="Informe Brasil 2024" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Informe Brasil 2024" title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13245" data-title="Relat&oacute;rio Global Solidaridad 2024: Gerenciando a volatilidade, impulsionando a mudan&ccedil;a sustent&aacute;vel" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Relat&oacute;rio Global Solidaridad 2024: Gerenciando a volatilidade, impulsionando a mudan&ccedil;a sustent&aacute;vel" title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13176" data-title="Cafeicultura regenerativa como aliada da agenda global de sustentabilidade" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Cafeicultura regenerativa como aliada da agenda global de sustentabilidade" title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13171" data-title="An&aacute;lise do balan&ccedil;o de carbono para cafeicultura de montanha no Sul de Minas Gerais" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="An&aacute;lise do balan&ccedil;o de carbono para cafeicultura de montanha no Sul de Minas Gerais" title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-12865" data-title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" title="&lsquo;A agricultura regenerativa &eacute; o futuro do mundo&rsquo;" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-12821" data-title="Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad e Cecaf&eacute; firmam acordo de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
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</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/a-agricultura-regenerativa-e-o-futuro-do-mundo/">&#8216;A agricultura regenerativa é o futuro do mundo&#8217;</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tradição familiar na produção de erva-mate em sistema barbaquá no RS</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tradicao-familiar-na-producao-de-mate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Gaise]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 16:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Erva-Mate]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tradicao-familiar-na-producao-de-mate/">Tradição familiar na produção de erva-mate em sistema barbaquá no RS</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-5369dac0f641ddf"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header><i><span style="font-weight: 400;">O plantio e o beneficiamento da erva-mate feitos de forma artesanal e passados de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o se tornaram a principal fonte de renda da fam&iacute;lia Fonseca, que &eacute; apoiada pela Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</span></i></header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/10/alcir_01.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="alcir_01"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Com a companheira Ana L&uacute;cia, Alcir cultiva numa &aacute;rea de 14 hectares o mate que se torna mat&eacute;ria-prima para produ&ccedil;&atilde;o em sistema barbaqu&aacute;. Foto: Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad </figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Residente na cidade de Machadinho, no estado do Rio Grande do Sul, Alcir da Fonseca, de 54 anos, prov&ecirc; o sustento de sua fam&iacute;lia como agricultor familiar. Entretanto, sua produ&ccedil;&atilde;o tem uma caracter&iacute;stica bem diferente d</span>e outras regi&otilde;es do Estado: <span style="font-weight: 400;">enquanto a maioria dos produtores se dedicam majoritariamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e pecu&aacute;ria, a fam&iacute;lia Fonseca traz como sua marca a produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate com valor agregado diretamente em sua propriedade, por meio de um sistema artesanal denominado barbaqu&aacute;, quase extinto na regi&atilde;o.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Quando tinha 22 anos, Alcir chegou a parar de beneficiar a erva-mate pronta para o consumo por conta do aumento das exig&ecirc;ncias da vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria. Na &eacute;poca, n&atilde;o era poss&iacute;vel receber a valida&ccedil;&atilde;o dos meios artesanais de produ&ccedil;&atilde;o, o que fez com que a fam&iacute;lia se tornasse apenas fornecedora de mat&eacute;ria-prima para a ind&uacute;stria.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Produzido pelo meu pai desde seus 16 anos, o barbaqu&aacute; &eacute; preparado num galp&atilde;o com um t&uacute;nel, onde se seca a erva por meio do calor e da fuma&ccedil;a. Como eu sempre ajudava, eu tinha muita vontade de dar continuidade ao que ele come&ccedil;ou, mas sem a licen&ccedil;a, n&atilde;o seria poss&iacute;vel vender&rdquo;, conta o produtor.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Em 2022, a fam&iacute;lia finalmente conseguiu a aprova&ccedil;&atilde;o da vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria e voltou a produzir o barbaqu&aacute; conforme sua tradi&ccedil;&atilde;o, sem precisar vender mat&eacute;ria-prima para a ind&uacute;stria. Hoje, dos 14 hectares da propriedade, 11 s&atilde;o voltados ao cultivo do mate, que se tornou a principal fonte de renda e passou a cobrir os gastos com outras culturas, gra&ccedil;as ao seu valor agregado. Ainda este ano a fam&iacute;lia realizou sua primeira exporta&ccedil;&atilde;o, enviando 200 quilos de erva-mate para a Alemanha. E at&eacute; o ano que vem, Alcir pretende expandir seu erval, dedicando-se exclusivamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e ao beneficiamento da planta. Estas &uacute;ltimas conquistas t&ecirc;m deixado o agricultor familiar realizado.</span></p>

		</div>
	</div>

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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Sapeco na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute;" width="413" height="310" src="https://www.youtube.com/embed/BHoAqnPJoak?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><i><span style="font-weight: 400;">O &ldquo;sapeco&rdquo; &eacute; uma parte crucial na produ&ccedil;&atilde;o da erva-mate no sistema de barbaqu&aacute;, pois influencia diretamente nas caracter&iacute;sticas do produto final</span></i></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-6269dac0f643634"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Processo Artesanal</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade do mate vem da manualidade presente em todo o seu processo produtivo. As folhas s&atilde;o tiradas do p&eacute;, separadas dos galhos e passam pela &ldquo;sapecadeira&rdquo;, onde perdem cerca de 20% de sua umidade &ndash; um processo delicado e cr&iacute;tico para a defini&ccedil;&atilde;o do sabor e da colora&ccedil;&atilde;o final. O pr&oacute;ximo passo &eacute; defum&aacute;-las em um galp&atilde;o, a 85 graus durante 24 horas, onde s&atilde;o espalhadas e remexidas de quatro em quatro horas para que sequem uniformemente. Na finaliza&ccedil;&atilde;o, as folhas s&atilde;o trituradas e colocadas num socador, onde s&atilde;o mo&iacute;das e estar&atilde;o prontas para o consumo.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Al&eacute;m do mate e do terer&eacute; de sabor intenso e defumado, Alcir, a esposa Ana L&uacute;cia, o filho Lucas e a filha D&eacute;bora &ndash; que mesmo trabalhando fora n&atilde;o deixou de contribuir com a lavoura familiar &ndash; tamb&eacute;m produzem sementes e mudas de Cambona 4. Isso permitiu que a fam&iacute;lia integrasse o projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Territ&oacute;rios da Mata</span></i><span style="font-weight: 400;">, realizado pela</span><b> Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</b><span style="font-weight: 400;"> na regi&atilde;o de Machadinho, tradicional regi&atilde;o produtora de erva-mate, de duas formas: como produtores atendidos e fornecedores. A fam&iacute;lia recebeu assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica durante o primeiro ano da iniciativa e, mais tarde, passou a prover as mudas que s&atilde;o entregues a outros agricultores. &ldquo;Quem ganhou essas mudas poder&aacute; fazer um plantio caprichado e ter retorno por muitos e muitos anos, reconstruindo a natureza&rdquo;, conta Alcir.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/10/alcir_02.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="alcir_02"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Al&eacute;m de beneficiar a erva-mate, a fam&iacute;lia Fonseca tamb&eacute;m fornece mudas para produtores da regi&atilde;o. Foto: Arquivo pessoal</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Alcir destaca a necessidade de a&ccedil;&otilde;es que preservem os recursos naturais observando as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas de sua regi&atilde;o, como a ocorr&ecirc;ncia de geadas no m&ecirc;s de abril, longos per&iacute;odos de seca e as inunda&ccedil;&otilde;es que assolaram todo o Rio Grande do Sul. Felizmente, a fam&iacute;lia Fonseca teve preju&iacute;zos menores, como a interdi&ccedil;&atilde;o das estradas da regi&atilde;o e danos revers&iacute;veis &agrave; sua lavoura.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">&ldquo;A gente torce para que a Solidaridad continue trabalhando na nossa regi&atilde;o e em outras regi&otilde;es do pa&iacute;s, reconstruindo a natureza. O maior exemplo da import&acirc;ncia de cuidarmos dela&nbsp; a gente tem aqui, no Rio Grande do Sul, infelizmente. Hoje estou com 54 anos e n&atilde;o me lembro de ondas de calor t&atilde;o intensas quanto as que temos sentido recentemente, al&eacute;m da maior presen&ccedil;a de pragas. Isso s&atilde;o sinais de desequil&iacute;brio. E esse trabalho que a Solidaridad tem feito &eacute; muito importante para restabelecer a harmonia&rdquo;, comenta.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Territ&oacute;rios da Mata</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizado desde 2020, o projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Territ&oacute;rios da Mata</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem o objetivo de promover pr&aacute;ticas agr&iacute;colas sustent&aacute;veis, unindo a restaura&ccedil;&atilde;o produtiva do bioma Mata Atl&acirc;ntica com o incremento de renda a produtores e produtoras de erva-mate. A iniciativa visa proporcionar a produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em Sistemas Agroflorestais (SAFs) e incentivar a conserva&ccedil;&atilde;o e recomposi&ccedil;&atilde;o da paisagem natural em &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs).</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div></div><section class="vc_section"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-9569dac0f6444f3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<div class="info-box-wrapper">
				<div id="wd-669683d920d0b" class=" wd-rs-669683d920d0b wd-info-box wd-wpb text-left box-icon-align-top box-style- color-scheme- wd-bg-none ">
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							<div class="info-box-icon">

							
																	<img loading="lazy" decoding="async" width="190" height="170" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2021/01/Gabriel-Dedini-2.jpg" class="attachment-full size-full" alt="">															
							</div>
						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Gabriel Dedini</strong></p>
<p>Gerente de Programas de Caf&eacute; e Erva-mate</p>
<p><a href="mailto:gabriel.dedini@solidaridadnetwork.org" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
			</div>
		<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-8669dac0f69d101"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
			<!-- START News ervamate REVOLUTION SLIDER 6.7.35 --><p class="rs-p-wp-fix"></p>
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13674" data-title="Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad consolida presen&ccedil;a na COP30 de Bel&eacute;m com participa&ccedil;&atilde;o em mais de 20 eventos" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13661" data-title="Aliados pelo Campo celebra 5 anos com aumento de 40% na produtividade da erva-mate e protagonismo da agricultura familiar" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Aliados pelo Campo celebra 5 anos com aumento de 40% na produtividade da erva-mate e protagonismo da agricultura familiar" title="Tradi&ccedil;&atilde;o familiar na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute; no RS" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13544" data-title="Aliados pelo Campo: Uma jornada de inclus&atilde;o e desenvolvimento territorial sustent&aacute;vel na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Aliados pelo Campo: Uma jornada de inclus&atilde;o e desenvolvimento territorial sustent&aacute;vel na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate" title="Tradi&ccedil;&atilde;o familiar na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute; no RS" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13394" data-title="Erva-Mate como agente de conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e de desenvolvimento econ&ocirc;mico" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Erva-Mate como agente de conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e de desenvolvimento econ&ocirc;mico" title="Tradi&ccedil;&atilde;o familiar na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute; no RS" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							--><a id="slider-62-slide-13394-layer-11" class="rs-layer" href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/erva-mate-como-agente-de-conservacao-da-biodiversidade-e-de-desenvolvimento-economico/" target="_self" rel="nofollow" data-type="text" data-color="#000000" data-rsp_ch="on" data-xy="x:c;yo:266px,266px,266px,274px;" data-text="w:normal;s:24,24,24,18;l:32,32,32,22;a:inherit;" data-dim="w:100%,100%,100%,333px;h:130px,130px,130px,89px;" data-frame_999="o:0;st:w;" data-frame_hover="c:#ffcc00;" style="z-index:9;font-family:'Source Sans Pro';cursor:pointer;"><span style="font-weight: bolder;">Erva-Mate como agente de conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e de desenvolvimento econ&ocirc;mico</span><br><span style="font-size: 16px;">julio 23, 2025 
							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13331" data-title="Informe Brasil 2024" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Informe Brasil 2024" title="Tradi&ccedil;&atilde;o familiar na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute; no RS" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13328" data-title="Restaura&ccedil;&atilde;o produtiva na Mata Atl&acirc;ntica: Resultados e impacto do projeto Territ&oacute;rios da Mata" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Restaura&ccedil;&atilde;o produtiva na Mata Atl&acirc;ntica: Resultados e impacto do projeto Territ&oacute;rios da Mata" title="Tradi&ccedil;&atilde;o familiar na produ&ccedil;&atilde;o de erva-mate em sistema barbaqu&aacute; no RS" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tradicao-familiar-na-producao-de-mate/">Tradição familiar na produção de erva-mate em sistema barbaquá no RS</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amazônia</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/pastejo-rotacionado-incremento-para-agricultura-familiar-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 14:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/pastejo-rotacionado-incremento-para-agricultura-familiar-amazonia/">Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amazônia</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-4669dac0f6a35bd"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header><i><span style="font-weight: 400;">Por meio do programa Amaz&ocirc;nia Connect, pecuaristas como Alaion Costa e Cleuto Prates intensificam a produ&ccedil;&atilde;o de gado com o pastejo rotacionado em suas fazendas no Par&aacute;</span></i></header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="2562" height="1723" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/04/FJBS_PARADSC08901.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="FJBS_PARADSC08901"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ap&oacute;s adotar o rotacionado, o pecuarista Alaion Costa quadruplicou a taxa de lota&ccedil;&atilde;o por hectare em seu pasto. Foto: Fundo JBS Pela Amaz&ocirc;nia/Celio Cavalcante Filho</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Ap&oacute;s cinco anos da abertura das primeiras pastagens na propriedade, a cria&ccedil;&atilde;o de gado da fam&iacute;lia de Alaion Costa, de 31 anos, no assentamento Tuer&ecirc;, em Novo Repartimento (PA), parou de dar retorno financeiro. Assim como os seis irm&atilde;os, Alaion se viu na obriga&ccedil;&atilde;o de fazer dupla jornada de trabalho, trabalhando tamb&eacute;m para terceiros. No entanto, o pecuarista encontrou uma sa&iacute;da poss&iacute;vel com a intensifica&ccedil;&atilde;o da pastagem.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O pastejo rotacionado foi implementado numa &aacute;rea de seis hectares, o que resultou na duplica&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de ganho de peso dos animais, que hoje chega a at&eacute; 600 gramas por dia. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; taxa de lota&ccedil;&atilde;o por hectare, passou de duas Unidades Animais (UAs) para oito, sendo que uma UA representa um animal de 450 kg. A nova forma de manejo resultou n&atilde;o apenas numa melhor rentabilidade, mas tamb&eacute;m em praticidade. &ldquo;Quando voc&ecirc; vai caminhando para outro piquete, eles [bois e vacas] v&atilde;o atr&aacute;s. Parece at&eacute; que t&ecirc;m consci&ecirc;ncia de que v&atilde;o para um pasto melhor&rdquo;, conta Alaion.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, sua fam&iacute;lia consegue ter uma jornada &uacute;nica de trabalho e ainda contratar trabalhadores para ajudar nos afazeres.</span><span style="font-weight: 400;"> Para al&eacute;m do incremento de renda, Alaion destaca tamb&eacute;m o manejo intensivo do pasto como uma pr&aacute;tica aliada &agrave; sustentabilidade.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">Com o uso da t&eacute;cnica, a gente pode preservar as &aacute;reas que tem e criar mais nas &aacute;reas que j&aacute; est&atilde;o abertas. Isso favorece significativamente a redu&ccedil;&atilde;o do desmatamento e contribui para a quest&atilde;o clim&aacute;tica&rdquo;, diz.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1223" height="808" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/04/IMG_1424_edit.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="IMG_1424_edit"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Com duas propriedades de gado, Cleuto v&ecirc; a intensifica&ccedil;&atilde;o do manejo como uma alternativa para manter a floresta em p&eacute;. Foto: Renata Ferraz/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">&ldquo;O rotacionado foi importante para a melhoria do manejo. Com a facilidade de mexer com os animais, tamb&eacute;m aumentamos o ganho na produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, coment</span><span style="font-weight: 400;">ou Cleuto Prates</span><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">Com a implanta&ccedil;&atilde;o do pastejo rotacionado h&aacute; dois anos em sete hectares da propriedade, Cleuto atingiu uma receita anual de R$ 14 mil, ou seja, R$ 2 mil por hectare. Com os resultados positivos, o plano do pecuarista &eacute; implantar o rotacionado em sua segunda fazenda, tamb&eacute;m no Tuer&ecirc;. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Participantes do programa Amaz&ocirc;nia Connect,</span><span style="font-weight: 400;"> Alaion e Cleuto </span><span style="font-weight: 400;">mudaram a forma de manejo do pasto e observaram seus benef&iacute;cios econ&ocirc;micos e ambientais. Para o Gerente do Programa Amaz&ocirc;nia da</span><b> Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</b><span style="font-weight: 400;">, Paulo Lima, a iniciativa</span> <span style="font-weight: 400;">proporciona solu&ccedil;&otilde;es inovadoras e tecnol&oacute;gicas para produtoras rurais e o meio ambiente. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
<span style="font-weight: 400;">A pecu&aacute;ria &eacute; a atividade que, tradicionalmente, vem sendo desenvolvida de forma extensiva, com baixa ado&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. Ou seja, uma pecu&aacute;ria de baixa produtividade. Como principal resultado do nosso primeiro ano do Amaz&ocirc;nia Connect, conseguimos conscientizar sobre outros m&eacute;todos para a reforma de pastagem, substituindo o uso do fogo. Outro resultado interessante &eacute; a implanta&ccedil;&atilde;o de 180 hectares de sistemas de pastejo rotacionado. Tudo isso repercute no incremento de produtividade e, consequentemente, na renda das fam&iacute;lias&rdquo;, afirma.</span>
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="5464" height="3640" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2024/04/FJBS_PARADJI_0216.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="FJBS_PARADJI_0216"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Com novas t&eacute;cnicas, os produtores rurais deixam de desmatar e garantem um aumento na produtividade e na renda. Foto: Fundo JBS Pela Amaz&ocirc;nia/Celio Cavalcante Filho</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-weight: 800;">For&ccedil;a da pecu&aacute;ria</span></h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Um dos maiores assentamentos rurais da Am&eacute;rica Latina, o Tuer&ecirc; enfrenta desafios como o prolongamento da esta&ccedil;&atilde;o seca, em fun&ccedil;&atilde;o do quadro de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, a m&aacute; conserva&ccedil;&atilde;o do solo e o desaparecimento da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa. A expans&atilde;o da pecu&aacute;ria extensiva na Transamaz&ocirc;nica paraense, cujo rebanho bovino &eacute; um dos maiores do Brasil, contribuiu para a abertura de novas &aacute;reas e, consequentemente, a degrada&ccedil;&atilde;o da floresta amaz&ocirc;nica. Nesse contexto, o programa </span><i><span style="font-weight: 400;">Amaz&ocirc;nia Connect &ndash; Rumo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o agropecu&aacute;ria de baixo carbono e conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade no bioma amaz&ocirc;nico</span></i> <span style="font-weight: 400;">incentiva a ado&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas a pecuaristas na regi&atilde;o.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">A pecu&aacute;ria na Amaz&ocirc;nia exerce protagonismo no meio rural, uma vez que quase um ter&ccedil;o do rebanho bovino brasileiro se encontra na regi&atilde;o. Somente entre 2003 e 2013, houve um incremento de 200% de cabe&ccedil;as de gado no bioma. Dados do Censo agropecu&aacute;rio 2017, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), mostram que s&oacute; o Par&aacute; tem o quinto maior rebanho bovino do pa&iacute;s, com quase 16 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as de gado. Somente em Novo Repartimento, h&aacute; 1,6 milh&atilde;o de animais, o que faz do rebanho do munic&iacute;pio o segundo maior do Par&aacute;.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-weight: 800;">Sobre o Amaz&ocirc;nia Connect</span></h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Amaz&ocirc;nia Connect</span></i><span style="font-weight: 400;"> &eacute; uma iniciativa da USAID, Solidaridad, Earth Innovation Institute, National Wildlife Federation e Universidade de Wisconsin-Madison. Em colabora&ccedil;&atilde;o com o Programa Ambiental Regional para a Amaz&ocirc;nia da USAID, produtores e produtoras rurais, empresas, governos locais e institui&ccedil;&otilde;es financeiras, o Amaz&ocirc;nia Connect promover&aacute; e ampliar&aacute; a ado&ccedil;&atilde;o da agricultura de baixo carbono e a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de commodities no Brasil, Col&ocirc;mbia e Peru. </span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><em>Este artigo foi produzido gra&ccedil;as &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o generosa do povo dos Estados Unidos da Am&eacute;rica por meio da Ag&ecirc;ncia dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O conte&uacute;do deste artigo &eacute; de responsabilidade dos autores e n&atilde;o reflete necessariamente as opini&otilde;es ou posicionamentos da USAID ou do governo dos EUA.</em></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_grey"><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-9169dac0f6a4797"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>PARCEIROS:</h3>

		</div>
	</div>

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		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="2113" height="249" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/10/Sem-Titulo-1-1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Sem T&iacute;tulo-1"></div>
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	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-7869dac0f6a4f70"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<div class="info-box-wrapper">
				<div id="wd-661d7ec38add3" class=" wd-rs-661d7ec38add3 wd-info-box wd-wpb text-left box-icon-align-left box-style- color-scheme- wd-bg-none wd-items-top ">
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							<div class="info-box-icon">

							
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							</div>
						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Paulo Lima</strong></p>
<p>Gerente do Programa Amaz&ocirc;nia</p>
<p><a href="mailto:paulo@solidaridadnetwork.org"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
			</div>
		</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-5469dac0f7087d5"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 dir="ltr">LEIA MAIS SOBRE O TRABALHO DA SOLIDARIDAD:</h3>

		</div>
	</div>

			<!-- START News Amaz&ocirc;nia REVOLUTION SLIDER 6.7.35 --><p class="rs-p-wp-fix"></p>
			<rs-module-wrap id="rev_slider_64_4_wrapper" data-source="post" style="visibility:hidden;background:transparent;padding:0;margin:0px auto;margin-top:0;margin-bottom:0;">
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					<rs-slides style="overflow: hidden; position: absolute;">
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13742" data-title="Connecting women of the amazonian region" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Connecting women of the amazonian region" title="Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amaz&ocirc;nia" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
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						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13732" data-title="Conectando mulheres da Transamaz&ocirc;nica" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13688" data-title="Estudo da cadeia da palma de &oacute;leo no estado do Par&aacute;" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Estudo da cadeia da palma de &oacute;leo no estado do Par&aacute;" title="Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amaz&ocirc;nia" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13686" data-title="Expans&atilde;o sustent&aacute;vel de palma de &oacute;leo pode beneficiar 25 mil fam&iacute;lias produtoras de pequena e m&eacute;dia escala" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Expans&atilde;o sustent&aacute;vel de palma de &oacute;leo pode beneficiar 25 mil fam&iacute;lias produtoras de pequena e m&eacute;dia escala" title="Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amaz&ocirc;nia" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13674" data-title="Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad consolida presen&ccedil;a na COP30 de Bel&eacute;m com participa&ccedil;&atilde;o em mais de 20 eventos" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
						<rs-slide style="position: absolute;" data-key="rs-13622" data-title="Bem Viver Amaz&ocirc;nia: protagonismo das produtoras da Transamaz&ocirc;nica em primeiro lugar" data-anim="ms:1000;r:0;" data-in="o:0;" data-out="a:false;">
							<img decoding="async" src="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/dummy.png" alt="Bem Viver Amaz&ocirc;nia: protagonismo das produtoras da Transamaz&ocirc;nica em primeiro lugar" title="Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amaz&ocirc;nia" class="rev-slidebg tp-rs-img rs-lazyload" data-lazyload="//solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/plugins/revslider/sr6/assets/assets/transparent.png" data-no-retina>
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							</span></a><!--
-->					</rs-slide>
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</div></div></div></div>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/pastejo-rotacionado-incremento-para-agricultura-familiar-amazonia/">Pastejo rotacionado: incremento de renda para a agricultura familiar na Amazônia</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resiliência que gera frutas</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rosario.abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 18:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Frutas]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://solidaridadlatam.org/brasil/?p=11098</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas-2/">Resiliência que gera frutas</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-7669dac0f70dd66"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header>Com o apoio do projeto Fruto Resiliente, Sandra Zanardi tomou as r&eacute;deas da fazenda da fam&iacute;lia, aprimorou as t&eacute;cnicas de produ&ccedil;&atilde;o e hoje alcan&ccedil;a uma colheita robusta de laranjas</header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403865_Avener-Prado-2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutas 01"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Sandra &eacute; um exemplo de como o apoio a mulheres na agricultura pode tornar o setor mais produtivo e respons&aacute;vel. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Sandra Zanardi, de 45 anos, &eacute; hoje uma citricultora de m&atilde;o cheia. Vislumbra, com propriedade, um horizonte amplo para a sua produ&ccedil;&atilde;o de laranjas, que vai muito al&eacute;m de ser a fonte de sustento da fam&iacute;lia. Al&eacute;m de buscar envolver os filhos, incentivando a sucess&atilde;o familiar, faz planos para investir na fazenda. O pomar, que em 2021 n&atilde;o rendeu colheita, ao final de 2022 tinha a previs&atilde;o de produzir cerca de 10 mil caixas de laranja. O resultado &eacute; consequ&ecirc;ncia das boas pr&aacute;ticas que adquiriu e que tornaram seu s&iacute;tio mais produtivo.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A produtora participa, desde abril de 2022, do projeto Fruto Resiliente: Fortalecendo a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja, cujo objetivo &eacute; apoiar gratuitamente pequenas e pequenos agricultores do Cintur&atilde;o Citr&iacute;cola Brasileiro por meio da Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (ATER). O incentivo chegou por interm&eacute;dio de outra mulher, que mais tarde se tornaria sua fiel companheira: a Analista de Campo da <strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>, Selma Coelho, que foi at&eacute; a sua propriedade para apresentar a iniciativa. &ldquo;Foi a visita da Selma que me passou seguran&ccedil;a e me motivou a participar do projeto&rdquo;, lembra Sandra.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403702_Avener-Prado-2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutas 02"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a estabelecida com Selma foi decisiva para que Sandra aceitasse o convite para participar do Fruto Resiliente. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Selma j&aacute; buscava incentivar a participa&ccedil;&atilde;o de mais produtoras no projeto, e o perfil de Sandra tornou sua ades&atilde;o ainda mais f&aacute;cil. &ldquo;Eu a incentivo e a desafio, pois isso faz com que ela se sinta capaz e motivada a melhorar. Cada degrau que ela consegue subir em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; melhor gest&atilde;o da propriedade faz com que se sinta mais forte&rdquo;, explica a profissional, demonstrando sororidade.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o cultivo de laranjas nem sempre foi tarefa f&aacute;cil. H&aacute; mais de vinte anos vivendo em seu s&iacute;tio em Mogi Gua&ccedil;u (SP), Sandra sempre atuou como dona de casa, na lida dos afazeres dom&eacute;sticos, deixando o pomar por conta do marido. Mas ao perder seu companheiro para a Covid-19 em 2021, ela decidiu assumir a lideran&ccedil;a dos neg&oacute;cios, mesmo sem ter tido contato com a citricultura. E, naquele momento, toda ajuda seria bem-vinda. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
Eu tinha coragem para tocar o s&iacute;tio, mas n&atilde;o sabia como. Logo na primeira vez em que participei de uma palestra organizada pela Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad, tive contato com v&aacute;rias informa&ccedil;&otilde;es novas e pude adquirir conhecimento. Fiquei muito satisfeita&rdquo;, conta a agricultora.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">Com a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica iniciada, foi definido um plano de a&ccedil;&atilde;o, e Sandra come&ccedil;ou a aperfei&ccedil;oar as t&eacute;cnicas de produ&ccedil;&atilde;o. Entre as v&aacute;rias melhorias, est&aacute; o manejo seguro de agroqu&iacute;micos, que contou com adequa&ccedil;&otilde;es como a organiza&ccedil;&atilde;o da sala de defensivos, abastecimento do tanque do pulverizador de forma correta, prepara&ccedil;&atilde;o dos produtos em local com piso de cimento, obrigatoriedade do uso de equipamento de prote&ccedil;&atilde;o e sinaliza&ccedil;&atilde;o dos locais de aplica&ccedil;&atilde;o com placas. As medidas tomadas foram importantes para proteger o pomar, os funcion&aacute;rios e toda a fam&iacute;lia.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403806_Avener-Prado-5.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutos 03"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A produ&ccedil;&atilde;o de laranjas deixou de ser apenas a fonte de renda da fam&iacute;lia e se tornou impulso para um futuro promissor. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 dir="ltr">FRUTO RESILIENTE</h3>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">O projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Fruto Resiliente: fortalecendo a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja </span></i><span style="font-weight: 400;">atende atualmente mais de 300 fam&iacute;lias produtoras, que t&ecirc;m se mostrado satisfeitas com os resultados que conseguem alcan&ccedil;ar com o apoio gratuito da Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad. A iniciativa pretende chegar, at&eacute; o fim de 2024, no total de 500 fam&iacute;lias assistidas. Entre os objetivos do projeto est&atilde;o a adequa&ccedil;&atilde;o das propriedades &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira e o alcance de n&iacute;veis de padr&atilde;o internacional de sustentabilidade.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os citricultores contam com assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica individualizada e treinamentos coletivos que abrangem diversas etapas da produ&ccedil;&atilde;o de laranja. Para garantir a efetividade das a&ccedil;&otilde;es, eles s&atilde;o assistidos por engenheiros agr&ocirc;nomos e contam com aux&iacute;lio de parcerias locais. O projeto &eacute; uma iniciativa pr&eacute;-competitiva desenvolvida em parceria com as seguintes organiza&ccedil;&otilde;es do setor de sucos e bebidas: Cutrale, The Coca-Cola Company, Funda&ccedil;&atilde;o Coca-Cola, Innocent Drinks e Eckes-Granini.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 dir="ltr">LEIA MAIS SOBRE O TRABALHO DA SOLIDARIDAD NA CADEIA DE LARANJA:</h3>

		</div>
	</div>

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<article>
<div class="article-content">
<ul>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/com-o-fruto-resiliente-solidaridad-leva-o-pr%C3%AAmio-centro-de-citricultura">Com o Fruto Resiliente, Solidaridad leva o pr&ecirc;mio &ldquo;Centro de Citricultura&rdquo;</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/fruto-resiliente-recebe-chancela-de-plataforma-de-sustentabilidade">Fruto Resiliente recebe chancela de plataforma de sustentabilidade</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/funda%C3%A7%C3%A3o-solidaridad-lan%C3%A7a-caderno-de-campo-digital-para-gest%C3%A3o-de-propriedades-citr%C3%ADcolas">Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad lan&ccedil;a caderno de campo digital para gest&atilde;o de propriedades citr&iacute;colas</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/%E2%80%98fruto-resiliente%E2%80%99-se-consolida-na-produ%C3%A7%C3%A3o-sustent%C3%A1vel-de-laranja-no-brasil">&lsquo;Fruto Resiliente&rsquo; se consolidar na produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja no Brasil</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/solidaridad-brasil-produz-cartilhas-com-orientacoes-aos-pequenos-citricultores">Solidaridad produz cartilhas com orienta&ccedil;&otilde;es aos pequenos citricultores</a></li>
</ul>
</div>
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</div>
</div>
<section class="contact alternate"></section>

		</div>
	</div>
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</div></div></div></div></div><section class="vc_section"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-8469dac0f70eec2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<div class="info-box-wrapper">
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							<div class="info-box-icon">

							
																	<img loading="lazy" decoding="async" width="190" height="190" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2020/12/guilherme.jpg" class="attachment-full size-full" alt="">															
							</div>
						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Guilherme Ortega</strong></p>
<p>Gerente de Projetos</p>
<p><a href="mailto:guilherme.ortega@solidaridadnetwork.org"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
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		</div></div></div></div></section>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas-2/">Resiliência que gera frutas</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resiliência que gera frutas</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Gaise]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 14:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Frutas]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://solidaridadlatam.org/brasil/?p=11092</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas/">Resiliência que gera frutas</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-7169dac0f7125bf"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header>Com o apoio do projeto Fruto Resiliente, Sandra Zanardi tomou as r&eacute;deas da fazenda da fam&iacute;lia, aprimorou as t&eacute;cnicas de produ&ccedil;&atilde;o e hoje alcan&ccedil;a uma colheita robusta de laranjas</header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403865_Avener-Prado-2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutas 01"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Sandra &eacute; um exemplo de como o apoio a mulheres na agricultura pode tornar o setor mais produtivo e respons&aacute;vel. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Sandra Zanardi, de 45 anos, &eacute; hoje uma citricultora de m&atilde;o cheia. Vislumbra, com propriedade, um horizonte amplo para a sua produ&ccedil;&atilde;o de laranjas, que vai muito al&eacute;m de ser a fonte de sustento da fam&iacute;lia. Al&eacute;m de buscar envolver os filhos, incentivando a sucess&atilde;o familiar, faz planos para investir na fazenda. O pomar, que em 2021 n&atilde;o rendeu colheita, ao final de 2022 tinha a previs&atilde;o de produzir cerca de 10 mil caixas de laranja. O resultado &eacute; consequ&ecirc;ncia das boas pr&aacute;ticas que adquiriu e que tornaram seu s&iacute;tio mais produtivo.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A produtora participa, desde abril de 2022, do projeto Fruto Resiliente: Fortalecendo a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja, cujo objetivo &eacute; apoiar gratuitamente pequenas e pequenos agricultores do Cintur&atilde;o Citr&iacute;cola Brasileiro por meio da Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (ATER). O incentivo chegou por interm&eacute;dio de outra mulher, que mais tarde se tornaria sua fiel companheira: a Analista de Campo da <strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>, Selma Coelho, que foi at&eacute; a sua propriedade para apresentar a iniciativa. &ldquo;Foi a visita da Selma que me passou seguran&ccedil;a e me motivou a participar do projeto&rdquo;, lembra Sandra.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403702_Avener-Prado-2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutas 02"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a estabelecida com Selma foi decisiva para que Sandra aceitasse o convite para participar do Fruto Resiliente. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Selma j&aacute; buscava incentivar a participa&ccedil;&atilde;o de mais produtoras no projeto, e o perfil de Sandra tornou sua ades&atilde;o ainda mais f&aacute;cil. &ldquo;Eu a incentivo e a desafio, pois isso faz com que ela se sinta capaz e motivada a melhorar. Cada degrau que ela consegue subir em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; melhor gest&atilde;o da propriedade faz com que se sinta mais forte&rdquo;, explica a profissional, demonstrando sororidade.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o cultivo de laranjas nem sempre foi tarefa f&aacute;cil. H&aacute; mais de vinte anos vivendo em seu s&iacute;tio em Mogi Gua&ccedil;u (SP), Sandra sempre atuou como dona de casa, na lida dos afazeres dom&eacute;sticos, deixando o pomar por conta do marido. Mas ao perder seu companheiro para a Covid-19 em 2021, ela decidiu assumir a lideran&ccedil;a dos neg&oacute;cios, mesmo sem ter tido contato com a citricultura. E, naquele momento, toda ajuda seria bem-vinda. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
Eu tinha coragem para tocar o s&iacute;tio, mas n&atilde;o sabia como. Logo na primeira vez em que participei de uma palestra organizada pela Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad, tive contato com v&aacute;rias informa&ccedil;&otilde;es novas e pude adquirir conhecimento. Fiquei muito satisfeita&rdquo;, conta a agricultora.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">Com a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica iniciada, foi definido um plano de a&ccedil;&atilde;o, e Sandra come&ccedil;ou a aperfei&ccedil;oar as t&eacute;cnicas de produ&ccedil;&atilde;o. Entre as v&aacute;rias melhorias, est&aacute; o manejo seguro de agroqu&iacute;micos, que contou com adequa&ccedil;&otilde;es como a organiza&ccedil;&atilde;o da sala de defensivos, abastecimento do tanque do pulverizador de forma correta, prepara&ccedil;&atilde;o dos produtos em local com piso de cimento, obrigatoriedade do uso de equipamento de prote&ccedil;&atilde;o e sinaliza&ccedil;&atilde;o dos locais de aplica&ccedil;&atilde;o com placas. As medidas tomadas foram importantes para proteger o pomar, os funcion&aacute;rios e toda a fam&iacute;lia.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="7008" height="4672" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/09/AP403806_Avener-Prado-5.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="resili&ecirc;ncia que gera frutos 03"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A produ&ccedil;&atilde;o de laranjas deixou de ser apenas a fonte de renda da fam&iacute;lia e se tornou impulso para um futuro promissor. Foto: Microsoft</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 dir="ltr">FRUTO RESILIENTE</h3>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr"><span style="font-weight: 400;">O projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Fruto Resiliente: fortalecendo a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja </span></i><span style="font-weight: 400;">atende atualmente mais de 300 fam&iacute;lias produtoras, que t&ecirc;m se mostrado satisfeitas com os resultados que conseguem alcan&ccedil;ar com o apoio gratuito da Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad. A iniciativa pretende chegar, at&eacute; o fim de 2024, no total de 500 fam&iacute;lias assistidas. Entre os objetivos do projeto est&atilde;o a adequa&ccedil;&atilde;o das propriedades &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira e o alcance de n&iacute;veis de padr&atilde;o internacional de sustentabilidade.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-weight: 400;">Os citricultores contam com assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica individualizada e treinamentos coletivos que abrangem diversas etapas da produ&ccedil;&atilde;o de laranja. Para garantir a efetividade das a&ccedil;&otilde;es, eles s&atilde;o assistidos por engenheiros agr&ocirc;nomos e contam com aux&iacute;lio de parcerias locais. O projeto &eacute; uma iniciativa pr&eacute;-competitiva desenvolvida em parceria com as seguintes organiza&ccedil;&otilde;es do setor de sucos e bebidas: Cutrale, The Coca-Cola Company, Funda&ccedil;&atilde;o Coca-Cola, Innocent Drinks e Eckes-Granini.</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 dir="ltr">LEIA MAIS SOBRE O TRABALHO DA SOLIDARIDAD NA CADEIA DE LARANJA:</h3>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
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<div class="article-container">
<article>
<div class="article-content">
<ul>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/com-o-fruto-resiliente-solidaridad-leva-o-pr%C3%AAmio-centro-de-citricultura">Com o Fruto Resiliente, Solidaridad leva o pr&ecirc;mio &ldquo;Centro de Citricultura&rdquo;</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/fruto-resiliente-recebe-chancela-de-plataforma-de-sustentabilidade">Fruto Resiliente recebe chancela de plataforma de sustentabilidade</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/funda%C3%A7%C3%A3o-solidaridad-lan%C3%A7a-caderno-de-campo-digital-para-gest%C3%A3o-de-propriedades-citr%C3%ADcolas">Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad lan&ccedil;a caderno de campo digital para gest&atilde;o de propriedades citr&iacute;colas</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/%E2%80%98fruto-resiliente%E2%80%99-se-consolida-na-produ%C3%A7%C3%A3o-sustent%C3%A1vel-de-laranja-no-brasil">&lsquo;Fruto Resiliente&rsquo; se consolidar na produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de laranja no Brasil</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/pt/news/solidaridad-brasil-produz-cartilhas-com-orientacoes-aos-pequenos-citricultores">Solidaridad produz cartilhas com orienta&ccedil;&otilde;es aos pequenos citricultores</a></li>
</ul>
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</div>
</div>
<section class="contact alternate"></section>

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	</div>
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</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/resiliencia-que-gera-frutas/">Resiliência que gera frutas</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amor que une o cacau e a floresta</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/amor-que-une-o-cacau-e-a-floresta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rosario.abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 03:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://brasil.solidaridadlatam.org/?p=10666</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/amor-que-une-o-cacau-e-a-floresta/">Amor que une o cacau e a floresta</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-8369dac0f71697d"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Aos 64 anos, Angelita Ferreira segue o legado da fam&iacute;lia como agricultora, contando com o apoio da Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad para realizar o sonho de produzir cacau de forma sustent&aacute;vel</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="667" height="1000" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/angelita-ferreira-alves.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="angelita-ferreira-alves"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ap&oacute;s anos de trabalho como merendeira para sustentar os filhos, Angelita retornou &agrave; zona rural de Pacaj&aacute; para produzir queijos. Foto: Florence Silva/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad </figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>M&atilde;e de 11 filhos, av&oacute; de 24 netos e bisav&oacute; de dois bisnetos, a produtora rural Angelita Ferreira Alves, de 64 anos, sonha em ver prosperar a lavoura de cacau na qual trabalha h&aacute; muitos anos e praticamente sozinha. Moradora do munic&iacute;pio de Pacaj&aacute;, no Par&aacute;, onde reside com um dos filhos, ela pretende seguir produzindo de forma sustent&aacute;vel, com respeito ao meio ambiente, conforme a recomenda&ccedil;&atilde;o dos t&eacute;cnicos da&nbsp;<strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>, que desde o ano passado passaram a visit&aacute;-la. &ldquo;Eu amo muito a floresta, amo a natureza. Por isso, quero e vou preserv&aacute;-la&rdquo;, diz, enf&aacute;tica.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Dona Angelita conta que sempre batalhou muito pela cria&ccedil;&atilde;o dos filhos. Para garantir o sustento do lar, trabalhou como merendeira em v&aacute;rias escolas de Pacaj&aacute;, mesmo contra a vontade do ex-marido, e tornou-se conhecida e muito querida na regi&atilde;o. Depois de decidir voltar para a zona rural, em 2003, ela passou a se dedicar &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de latic&iacute;nios.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>&ldquo;Comecei tirando leite de vaca, s&oacute; que eu ficava com muito medo, pois uma vez uma vaca pisou em mim e quebrou tudo isso aqui meu&rdquo;, relata Dona Angelita, mostrando a regi&atilde;o tor&aacute;xica. &ldquo;Na hora eu fiquei sem respirar, mas gra&ccedil;as a Deus estou aqui. Apesar do medo, segui em frente at&eacute; conseguir comprar uma ordenhadeira. E foi assim que eu comecei a deslanchar&rdquo;, lembra.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Ela detalha como o apoio dos t&eacute;cnicos da&nbsp;<strong>Solidaridad</strong>&nbsp;foi decisivo para a sa&uacute;de dos seus cacaueiros. &ldquo;Eu os recebi com a maior alegria do mundo, pois estava precisando muito dessa ajuda. Quando eles vieram pela primeira vez, o cacau estava morrendo, j&aacute; era de idade. Disseram que iam me ajudar a recuperar, mas que seria preciso plantar numa nova &aacute;rea. Perguntaram se eu aceitaria, e eu disse prontamente que sim. Durante um ano, fui me virando e fazendo tudo o que dava para fazer&rdquo;, diz ela, que &eacute; acompanhada pelo t&eacute;cnico extensionista Wagner Pereira.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Atualmente, Dona Angelita vende o queijo que produz e espera ver em breve os resultados da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica que vem recebendo gratuitamente para aprimorar sua produ&ccedil;&atilde;o de cacau. &laquo;Recebi muitas mudas e estou muito feliz. Meu filho tamb&eacute;m est&aacute; feliz, est&aacute; conseguindo se envolver nesse trabalho. Temos tido uma rela&ccedil;&atilde;o de troca e de amizade com os t&eacute;cnicos, que nos passam muito conhecimento. Estou esperan&ccedil;osa&rdquo;, comenta.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="990" height="557" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/angelita-ferreira.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="angelita-ferreira"></div><figcaption class="vc_figure-caption">A agricultora familiar reconhece o valor do meio ambiente e, por isso, busca produzir em harmonia com a floresta. Foto: Florence Silva/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A cacauicultora est&aacute; entre os benefici&aacute;rios contemplados pelo&nbsp; RestaurAmaz&ocirc;nia, projeto da&nbsp;<strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>&nbsp;apoiado pelo Fundo JBS pela Amaz&ocirc;nia com cofinanciamento da Elanco Foundation, possibilita a restaura&ccedil;&atilde;o produtiva e a inclus&atilde;o socioecon&ocirc;mica de agricultores e agricultoras familiares na regi&atilde;o da Transamaz&ocirc;nica paraense.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Por meio de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e melhoria da governan&ccedil;a territorial, a iniciativa promove a agricultura de baixo carbono com a implanta&ccedil;&atilde;o de agroflorestas &ndash; tendo o cacau como carro-chefe -, aliada &agrave; pecu&aacute;ria sustent&aacute;vel e &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o florestal. A meta &eacute; atender 1,5 mil fam&iacute;lias dos munic&iacute;pios de Novo Repartimento, Anapu e Pacaj&aacute; e preservar mais de 20 mil hectares de &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, reduzindo 50% da taxa de desmatamento at&eacute; 2026.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>CACAU QUE ALIMENTA SONHOS</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Em Cidel&acirc;ndia, no Maranh&atilde;o, sua cidade natal, Dona Angelita teve o primeiro contato com o cacau. &ldquo;L&aacute; eu conheci duas pessoas que plantavam. Na &eacute;poca, eu me apaixonei. Eu ajudava a plantar, brincava o dia todo na lavoura&rdquo;, recorda. Dona Angelita cresceu, casou, mudou-se para o Par&aacute;, teve filhos e, depois de muitos anos, viu seu destino se cruzar novamente com a cacauicultura.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Ela sonha alto e pretende chegar ao mesmo patamar de qualidade j&aacute; alcan&ccedil;ado por produtores de cacau do assentamento Tuer&ecirc;, em Novo Repartimento. Nos &uacute;ltimos anos, as am&ecirc;ndoas do&nbsp;<em>Terru&aacute; Tuer&ecirc;</em>&nbsp;est&atilde;o entre as 50 melhores do mundo e, com quase 30 pr&ecirc;mios nacionais e internacionais, v&ecirc;m conquistando o mercado global de chocolates&nbsp;<em>bean to bar</em>.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1100" height="733" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/angelina-ferreira2.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="angelina-ferreira2"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Dona Angelina &eacute; apoiada pela Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad por meio de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica gratuita, o que lhe proporciona a op&ccedil;&atilde;o de produzir cacau e incrementar a renda.
Foto: Florence Silva/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad </figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>LEGADO FAMILIAR E SOLIDARIEDADE</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Sexta filha de uma fam&iacute;lia de 13 irm&atilde;os, ela cumpre o legado de seus ascendentes com a agricultura familiar. &ldquo; Meus av&oacute;s eram produtores rurais, meus pais deram continuidade com o trabalho na ro&ccedil;a e eu trilhei os mesmo passos. Eu sempre estava l&aacute; para ajudar na hora de limpar a terra, no plantio, na colheita, tudo era manual. O que o meu pai passou para n&oacute;s foi com muito suor e esfor&ccedil;o, mas somente eu e outros tr&ecirc;s irm&atilde;os seguimos o caminho dele. Dos meus filhos, s&oacute; um come&ccedil;ou a seguir. A esperan&ccedil;a &eacute; que ele d&ecirc; continuidade &agrave; hist&oacute;ria da nossa fam&iacute;lia&rdquo;, revela.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Com tantas lutas ao longo da vida e tendo agora que se reinventar, Dona Angelita continua otimista com o futuro e tenta, todos os dias, tornar o mundo um lugar mais solid&aacute;rio e acolhedor. &ldquo;Eu acredito que o mundo pode melhorar, que as pessoas podem melhorar. O que eu puder fazer pelo meu filho, pelo meu vizinho, pela comunidade, eu quero fazer. Eu me inspiro nas pessoas que um dia acreditaram e conseguiram. Nossa regi&atilde;o precisa muito de ajuda, de incentivo. Apesar de ser muito rica, com terras boas e produtivas, &eacute; muito carente. E creio que se todo mundo pensasse no seu pr&oacute;ximo, o mundo seria bem melhor&rdquo;, afirma, com um um largo sorriso no rosto.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>SAIBA MAIS SOBRE NOSSO TRABALHO DE INCLUS&Atilde;O NA AMAZ&Ocirc;NIA:</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/solidaridad-agrifirm-e-embaixada-dos-paises-baixos-se-unem-em-prol-da-agricultura-sustentavel-na-amazonia/">Solidaridad, Agrifirm e&nbsp;Embaixada dos Pa&iacute;ses Baixos se unem em prol da agricultura sustent&aacute;vel na Amaz&ocirc;nia</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/terrua-tuere-se-consagra-na-principal-premiacao-de-cacau-do-brasil/">Terru&aacute; Tuer&ecirc; se consagra na principal premia&ccedil;&atilde;o de cacau do Brasil</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/ocupando-os-espacos-de-uma-ater-para-a-agricultura-familiar/">Ocupando os espa&ccedil;os de uma ATER para a agricultura familiar</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/premios-e-celebracao-na-chocolat-amazonia/">Pr&ecirc;mios e celebra&ccedil;&atilde;o na Chocolat Amaz&ocirc;nia</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/em-cinco-anos-solidaridad-promove-reducao-de-64-do-desmatamento-na-amazonia/">Em cinco anos, Solidaridad promove redu&ccedil;&atilde;o de 64% do desmatamento da Amaz&ocirc;nia</a></li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><section class="vc_section"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-3269dac0f7178d2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><h2 style="text-align: left;font-family:Abril Fatface;font-weight:400;font-style:normal" class="vc_custom_heading vc_do_custom_heading">CONTACTO</h2></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-2769dac0f71802e"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">			<div class="info-box-wrapper">
				<div id="wd-64f0dc12bef45" class=" wd-rs-64f0dc12bef45 wd-info-box wd-wpb text-left box-icon-align-left box-style- color-scheme- wd-bg-none wd-items-top ">
											<div class="box-icon-wrapper  box-with-icon box-icon-">
							<div class="info-box-icon">

							
																	<img loading="lazy" decoding="async" width="190" height="190" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2020/12/paulo-lima.jpg" class="attachment-full size-full" alt="">															
							</div>
						</div>
										<div class="info-box-content">
												<div class="info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child"><p><strong>Paulo Lima</strong></p>
<p>Gerente de Cacau e Pecu&aacute;ria</p>
<p><a href="mailto:paulo.lima@solidaridadnetwork.org"><span style="font-weight: 400;">email</span></a></p>
</div>

											</div>

					
									</div>
			</div>
		</div></div></div></div></section>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/amor-que-une-o-cacau-e-a-floresta/">Amor que une o cacau e a floresta</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tuerê e o cacau: produção familiar para reflorestar a Amazônia</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tuere-e-o-cacau-producao-familiar-para-reflorestar-a-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rosario.abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 18:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://brasil.solidaridadlatam.org/?p=10709</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tuere-e-o-cacau-producao-familiar-para-reflorestar-a-amazonia/">Tuerê e o cacau: produção familiar para reflorestar a Amazônia</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-4769dac0f71b267"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<header>Em um dos maiores assentamentos rurais da Am&eacute;rica Latina, produtores de cacau aprendem a recuperar a vegeta&ccedil;&atilde;o nativa com manejo sustent&aacute;vel</header>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A ideia que a maior parte das pessoas faz quando fecha os olhos e pensa na Floresta Amaz&ocirc;nica &eacute; de verde, muito verde. Mata fechada, animais correndo soltos, uma infinidade de rios. Mas a realidade de olhos bem abertos na regi&atilde;o da Rodovia Transamaz&ocirc;nica, que foi constru&iacute;da na d&eacute;cada de 1970 para cruzar sete estados da Amaz&ocirc;nia, &eacute; completamente diferente: poeira. Muita poeira por todo canto. Isso se der sorte de estar na &eacute;poca da seca. Caso contr&aacute;rio, ser&atilde;o centenas de quil&ocirc;metros de vias de acesso irregulares e cheias de barro, pouco transit&aacute;veis. E as &aacute;rvores? Uma ali, outra aqui. Das grandes castanheiras, &aacute;rvore-s&iacute;mbolo do Par&aacute;, que chegam a 60 mt de altura e vivem cerca de 1,5 mil anos, sobram poucas na paisagem, que tem grandes pastos e se v&ecirc; pouco gado.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
&ldquo;Eu n&atilde;o tenho coragem, e acho que eu n&atilde;o tenho o direito de derrubar uma &aacute;rvore da Amaz&ocirc;nia para plantar um p&eacute; de capim&rdquo;. Foi esse sentimento que levou o produtor Jos&eacute; Ant&ocirc;nio de Oliveira, o Z&eacute; Ant&ocirc;nio, de 54 anos, que nasceu em Pernambuco, para tentar come&ccedil;ar uma nova vida, com ent&atilde;o 42 anos, em Novo Repartimento.
</p></blockquote>
<div></div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Novo Repartimento &eacute; o nome de um munic&iacute;pio de 560 km no Estado do Par&aacute;, na regi&atilde;o da Rodovia Transamaz&ocirc;nica. Surgiu em 1991, depois que a Vila de Repartimento foi alagada para a constru&ccedil;&atilde;o da hidrel&eacute;trica de Tucuru&iacute;. Com cerca de 75 mil habitantes, a cidade &eacute; um retrato da migra&ccedil;&atilde;o no Brasil. Pessoas de todos os cantos do pa&iacute;s seguiram para o norte, num lugar de floresta para ocupar a terra e construir seus sonhos. Desse movimento migrat&oacute;rio pela ocupa&ccedil;&atilde;o da terra, surgiu Tuer&ecirc;, um dos maiores assentamentos de pequenos produtores rurais da Am&eacute;rica Latina. Com suas mais de 3 mil fam&iacute;lias assentadas, a &aacute;rea ocupada pelo assentamento viu a floresta desaparecer nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas para dar espa&ccedil;o para a produ&ccedil;&atilde;o extensiva da pecu&aacute;ria. A &aacute;rea m&eacute;dia produtiva de gado na regi&atilde;o &eacute; de 0,98 cabe&ccedil;a de gado por hectare, ou seja, menos de um animal por hectare. Al&eacute;m disso, a explora&ccedil;&atilde;o de madeira, mesmo que sendo um crime, continua sem o combate legal necess&aacute;rio. Some-se a isso, longas dist&acirc;ncias, o pouco acesso &agrave; eletricidade, estradas e internet.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>&ldquo;Eu participei da constru&ccedil;&atilde;o de alguma das maiores obras do Brasil. Trabalhei na constru&ccedil;&atilde;o de hidrel&eacute;tricas, de plataformas de petr&oacute;leo, de mineradora. Mas essa &eacute; a minha melhor obra: plantar cacau na Amaz&ocirc;nia&rdquo;, reflete Z&eacute; Ant&ocirc;nio. Ele conta que quando chegou no assentamento para visitar um amigo ficou encantado com a possibilidade de encerrar sua carreira em obras de constru&ccedil;&atilde;o civil e viver do campo. &ldquo;Sempre quis plantar. Sempre foi um sonho. J&aacute; tinha plantado a&ccedil;a&iacute; e cupua&ccedil;&uacute;, mas nunca tinha vivido do plantio&rdquo;, completa.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
J&aacute; para Francisco Pereira da Cruz, 31 anos, Tuer&ecirc; &eacute; seu ber&ccedil;o. Seus pais vieram em uma das primeiras levas migrat&oacute;rias para o assentamento e foi ali que Francisco nasceu. Seu pai tamb&eacute;m &eacute; produtor de cacau. &ldquo;Desde crian&ccedil;a fiquei acompanhando meu pai nos trabalhos no campo. E a gente vai criando um certo amor. Quem n&atilde;o tem um plantio como esse aqui de cacau aqui em Novo Repartimento vive de uma maneira muito dificil. E vamos aprendendo a mexer cada vez mais com a produ&ccedil;&atilde;o e percebendo que o cacau &eacute; tudo&rdquo;, se posiciona.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<div>Para ele, Tuer&ecirc; tem ainda grandes desafios, mas diz que no passado, as dificuldades eram ainda maiores. &ldquo;No in&iacute;cio para os moradores, os assentados, n&atilde;o foi f&aacute;cil. Era muito dif&iacute;cil. N&atilde;o tinha acesso nenhum, nenhuma estrada. Para chegar do outro lado (do assentamento), somente atravessando a montanha, subindo e descendo 12 km. Hoje, n&atilde;o temos ainda uma estrada de qualidade, mas temos acesso. O que j&aacute; passamos aqui foi duro. No come&ccedil;o foi muito dif&iacute;cil, mas est&aacute; melhorando e ainda vai ficar melhor&rdquo;, acredita. &nbsp;Em sua propriedade, onde ainda n&atilde;o chegou a energia el&eacute;trica, ele vive com sua esposa e uma filha de 3 anos. &ldquo;Tenho em torno dos 4 mil p&eacute;s de cacau e 7 reis de gado&rdquo;, conta Francisco, que produziu cerca de 6 toneladas de cacau na &uacute;ltima safra.</div>
<div></div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>GANHOS EM ESCALA PARA OS PRODUTORES E PARA A FLORESTA</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>O benef&iacute;cio econ&ocirc;mico seguro &eacute; um dos argumentos que Z&eacute; Ant&ocirc;nio usa para convencer algum produtor que venha conversar com ele sobre reduzir a &aacute;rea de pastagem e come&ccedil;ar a produzir cacau. Ele, que n&atilde;o produz gado, o que &eacute; pouco comum na regi&atilde;o, diz que o cacau deu tudo que construiu nesses 13 anos vivendo na floresta. &ldquo;A luz que eu tenho em casa foi o cacau quem colocou, o freezer que eu tenho, a geladeira, a moto do meu filho, tudo foi o cacau&rdquo;, comemora.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Mas a maior riqueza, segundo ele, &eacute; a pequena floresta produtiva que plantou em sua propriedade. &ldquo;Hoje estou com cerca de 30 mil p&eacute;s de cacau. E continuo plantando. Tenho um viveiro com 5 mil mudas para plantar&rdquo;. A t&eacute;cnica de manejo com sombreamento, ou seja, usar &aacute;rvores nativas para sombrear o p&eacute; de cacau, al&eacute;m de melhorar a produtividade do fruto permite restaurar a &aacute;rea que foi desmatada.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
&ldquo;J&aacute; comi das castanhas de Par&aacute; que plantei. J&aacute; plantei umas 200 mudas de castanheira, uns 200 p&eacute;s de ip&ecirc;s roxo e amarelo. Tudo &eacute; uma hist&oacute;ria. N&atilde;o tem dinheiro no mundo que pague isso. Ent&atilde;o, plantado por mim mesmo, a cada 16 mts eu tenho um quadro de p&eacute;s de ess&ecirc;ncias florestais. Sem contar aquelas que nasceram por conta pr&oacute;pria e eu l&aacute; deixei&rdquo;, celebra.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Francisco, um filho de Tuer&ecirc;, diz que sua alegria em produzir na floresta vem da certeza de que &eacute; poss&iacute;vel recuperar e manter o equil&iacute;brio para garantir o futuro das fam&iacute;lias locais. &ldquo;O campo e a floresta para mim se tornam iguais. Depende do momento, se voc&ecirc; souber respeitar o tempo da natureza, do manejo e souber trabalhar dentro das regras legais&rdquo;, acredita. Segundo ele, a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica que faz parte do programa &eacute; essencial nesse processo de equil&iacute;brio, pois permite aumentar a produtividade sem ampliar a &aacute;rea. &ldquo;Em uma pequena &aacute;rea de terra d&aacute; para fazer grandes investimentos s&oacute; no manejo do cacau&rdquo;.</p>
<div></div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
Como sonho, Z&eacute; Ant&ocirc;nio diz que espera continuar plantando e que sua propriedade possa permanecer como um bosque produtivo. &ldquo;Que meu filho Pedro, que tem 3 anos hoje, quando tiver 53 anos, possa estar vivendo aqui, com sua pr&oacute;pria fam&iacute;lia, vivendo disso aqui&rdquo;. E finaliza: &ldquo;Olha, cada dia eu fico mais animado.Tem hora que estou meio estressado e dou uma volta no plantio, olho para as &aacute;rvores de cacau, olho para aquela planta que eu plantei um dia desse e vejo um fruto&hellip; &Eacute; como voc&ecirc; ter uma criancinha e depois aquela crian&ccedil;a &eacute; um homem ou uma mulher formada. Qual &eacute; o pai que n&atilde;o fica alegre com uma coisa dessas?&rdquo;, se emociona o produtor. Em 2017, nasceu sua filhinha, Ana Elisa.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Z&eacute; Ant&ocirc;nio e Francisco s&atilde;o produtores que fazem parte do programa de Cacau e Pecu&aacute;ria, no &acirc;mbito da iniciativa&nbsp;<a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/fortalecimento-de-cooperativas-e-autonomia-para-a-agricultura-familiar-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&laquo;Territ&oacute;rios Inclusivos e Sustent&aacute;veis&raquo;,</a>&nbsp;que, desde 2016, promove o desenvolvimento de uma agricultura de baixo carbono no contexto da agricultura familiar na Amaz&ocirc;nia.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/tuere-e-o-cacau-producao-familiar-para-reflorestar-a-amazonia/">Tuerê e o cacau: produção familiar para reflorestar a Amazônia</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produtor de Tuerê homenageado em festival internacional do cacau, participa do Salon du Chocolat de Paris</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/history/produtor-de-tuere-homenageado-em-festival-internacional-do-cacau-participa-do-salon-du-chocolat-de-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rosario.abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 17:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://brasil.solidaridadlatam.org/?p=10701</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/produtor-de-tuere-homenageado-em-festival-internacional-do-cacau-participa-do-salon-du-chocolat-de-paris/">Produtor de Tuerê homenageado em festival internacional do cacau, participa do Salon du Chocolat de Paris</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-2269dac0f71f4e7"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Jos&eacute; Silva Rosa, o Zezinho, produtor do projeto de Solidaridad &laquo;Territ&oacute;rios Sustent&aacute;veis e Inclusivos&raquo; foi homenageado em festival internacional do cacau e convidado pela CEPLAC para participar do Sal&atilde;o de Chocolate de Paris, representando todos os produtores familiares de Novo Repartimento, devido a sua dedica&ccedil;&atilde;o em melhorar a qualidade de suas am&ecirc;ndoas.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>95% da produ&ccedil;&atilde;o global de cacau &eacute; baseada em t&eacute;cnicas agr&iacute;colas e fazendas familiares. Esta &eacute; uma das mensagens do Sal&atilde;o do Chocolate de Paris que, entre hoje e o 4 de novembro, reunir&aacute; os mais reconhecidos profissionais e especialistas em chocolate dos cinco continentes para levar o p&uacute;blico a tomar decis&otilde;es mais informadas e respons&aacute;veis na hora de comprar chocolate.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>O Zezinho estar&aacute; presente, junto com outros produtores da &Aacute;frica e da &Aacute;sia, ensinando ao p&uacute;blico de onde v&ecirc;m as am&ecirc;ndoas do chocolate artesanal Bean&nbsp;to Bar de Tuer&ecirc;.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 dir="ltr">CACAU SOSTEN&Iacute;VEL E INCLUSIVO DA AMAZ&Ocirc;NIA</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<div>Antes de participar do Salon du Chocolat, o Zezinho foi homenageado na&nbsp;&nbsp;<a href="https://para.chocolatfestival.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">5&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Amaz&ocirc;nia</a>, o maior encontro do setor cacaueiro da regi&atilde;o, na capital do Par&aacute;, Bel&eacute;m. Mais de 60 mil pessoas passaram pelo evento, que contou com exposi&ccedil;&atilde;o de marcas de chocolate, feira de flores e esp&eacute;cies da flora amaz&ocirc;nica, palestras e debates sobre a produ&ccedil;&atilde;o cacaueira e do chocolate, workshops, aulas pr&aacute;ticas, atividades infantis e apresenta&ccedil;&otilde;es culturais.</div>
<p>A Solidaridad marcou presen&ccedil;a no evento com um estande dedicado ao projeto&nbsp;<a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/publications/agricultura-de-baixo-carbono-na-amazonia-viabilidade-economica-dos-cenarios-de-emissoes-de-gee-na-producao-agricola-familiar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&laquo;Territ&oacute;rios Inclusivos Sustent&aacute;veis&raquo;</a>, desenvolvido com produtores rurais do assentamento Tuer&ecirc;, no munic&iacute;pio de Novo Repartimento, no sudoeste do Par&aacute;.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Quem passou pelo estande pode conversar com a equipe da Solidaridad e conhecer mais sobre a iniciativa, que integra os Programas de&nbsp;<a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/programa/cacau/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cacau</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/programa/pecuaria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pecu&aacute;ria</a>&nbsp;e tem como objetivo criar um modelo de agropecu&aacute;ria de baixo carbono e sustent&aacute;vel na Amaz&ocirc;nia no contexto da agricultura familiar. Para isso, oferece:</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li>assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica continuada com visitas mensais aos produtores;</li>
<li>treinamentos coletivos que abordam diversas pr&aacute;ticas sobre cacauicultura, pecu&aacute;ria, adequa&ccedil;&atilde;o ambiental e conserva&ccedil;&atilde;o da floresta;</li>
<li>e a implanta&ccedil;&atilde;o de unidades demonstrativas, &aacute;reas experimentais que mostram na pr&aacute;tica os benef&iacute;cios do modelo promovido pela organiza&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Dos 150 agricultores familiares beneficiados pelo projeto, 48 estiveram no festival para participar da programa&ccedil;&atilde;o de palestras e apresentar amostras de suas am&ecirc;ndoas no espa&ccedil;o da Solidaridad.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr">Um dos destaques do estande foi a exposi&ccedil;&atilde;o do chocolate &laquo;Tuer&ecirc;&raquo;, fabricado pela chocolateria&nbsp;<a href="http://www.casalasevicius.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa Lasevicius</a>, de S&atilde;o Paulo, com am&ecirc;ndoas do produtor Jos&eacute; Silva Rosa, o Zezinho, propriet&aacute;rio do S&iacute;tio Tr&ecirc;s Irm&atilde;os e o primeiro a desenvolver as t&eacute;cnicas de fermenta&ccedil;&atilde;o e armazenamento de cacau estimuladas pelo projeto. O sucesso foi tanto que, durante a solenidade de encerramento, a comiss&atilde;o organizadora do festival homenageou o produtor e a fam&iacute;lia pela iniciativa.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
&ldquo;A melhoria das am&ecirc;ndoas e a produ&ccedil;&atilde;o do chocolate foram um salto que eu dei na vida. Primeiramente porque viagens como essa de Bel&eacute;m, a gente n&atilde;o fazia, n&atilde;o tinha no&ccedil;&atilde;o. E agora tamb&eacute;m estamos conhecidos, no meio de um monte de gente que s&oacute; quer ajudar. Estou feliz&rdquo;, conta Zezinho.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="900" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/jose-silva-rosa.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="jose-silva-rosa"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Cr&eacute;ditos: Carol Gutierrez</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Paulo Lima, coordenador de projetos Agropecu&aacute;rios da Solidaridad, contou que este ano o chocolate j&aacute; havia ganhado destaque na degusta&ccedil;&atilde;o &agrave;s cegas de chocolates de am&ecirc;ndoas nacionais do&nbsp;<a href="http://www.beantobarbrasil.com.br/bean-to-bar-chocolate-week-2018/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bean to Bar Chocolate Week 2018</a>, realizada em S&atilde;o Paulo, em maio. &laquo;Esse reconhecimento faz tamb&eacute;m com que os produtores visualizem a possibilidade de incrementar sua renda com a venda para o setor do Bean to Bar, no qual o valor da am&ecirc;ndoa &eacute; at&eacute; tr&ecirc;s vezes maior do que o do mercado comum&raquo;, ressaltou.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
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			<p><strong>&gt;&gt; Leia mais sobre&nbsp;<a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/bean-to-bar-uma-perspectiva-lucrativa-para-a-cacauicultura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bean to Bar como perspectiva lucrativa para a cacauicultura</a></strong></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Para Pedro Sousa dos Santos, consultor da Solidaridad em Novo Repartimento, a participa&ccedil;&atilde;o no evento foi uma grande oportunidade para o produtor entender seu papel nesse mercado e de que eles pr&oacute;prios s&atilde;o um fator determinante dentro da cadeia. &laquo;Eles est&atilde;o muito alegres por tudo o que eles est&atilde;o vendo das palestras, cursos e discuss&otilde;es. E entenderam como uma &nbsp;am&ecirc;ndoa de sucesso depende da boa fermenta&ccedil;&atilde;o e qualidade. Ent&atilde;o creio que quando voltarmos para Novo Repartimento, eles v&atilde;o dizer assim: &lsquo;eu vou trabalhar para que a minha am&ecirc;ndoa se torne um chocolate igual ao do Zezinho'&raquo;, observou.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Se depender de Jos&eacute; Fernando da Silva Ara&uacute;jo, que com 26 anos representa a nova gera&ccedil;&atilde;o de agricultores de Tuer&ecirc;, a previs&atilde;o j&aacute; se concretizou. &laquo;Daqui a alguns anos me vejo como um dos grandes produtores da regi&atilde;o. Quero futuramente vir aqui e que as am&ecirc;ndoas da minha ro&ccedil;a estejam ali, e que voc&ecirc;s estejam provando o meu chocolate. Seu Jos&eacute; (Zezinho) no momento se tornou uma inspira&ccedil;&atilde;o para mim. Eu vi o quanto ele trabalhou, correu atr&aacute;s. Vi nos olhos dele a satisfa&ccedil;&atilde;o por sua am&ecirc;ndoa estar aqui fazendo o sucesso que fez&raquo;, disse.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/pedro-sousa-mariana-pereira.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="pedro-sousa-mariana-pereira"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Pedro Sousa dos Santos e Mariana Pereira no stand da Solidaridad. Cr&eacute;ditos: Nailana Thiely</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Mariana Pereira, programme officer do projeto, destacou que a participa&ccedil;&atilde;o dos produtores no festival foi tamb&eacute;m um importante resultado. &laquo;A todo momento &eacute; deles que est&aacute; se falando, ent&atilde;o s&atilde;o eles que t&ecirc;m de estar aqui para ouvir, perguntar e debater. Estar aqui do jeito que estamos, com esse chocolate &oacute;timo e com o Zezinho sendo aplaudido por centenas de pessoas e citado pelos palestrantes &eacute; uma celebra&ccedil;&atilde;o&raquo;, concluiu.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/history/produtor-de-tuere-homenageado-em-festival-internacional-do-cacau-participa-do-salon-du-chocolat-de-paris/">Produtor de Tuerê homenageado em festival internacional do cacau, participa do Salon du Chocolat de Paris</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Elevando o nome do Tuerê: João Evangelista e um dos melhores cacaus do mundo</title>
		<link>https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/elevando-o-nome-do-tuere-joao-evangelista-e-um-dos-melhores-cacaus-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rosario.abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 17:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://brasil.solidaridadlatam.org/?p=10423</guid>

					<description><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/elevando-o-nome-do-tuere-joao-evangelista-e-um-dos-melhores-cacaus-do-mundo/">Elevando o nome do Tuerê: João Evangelista e um dos melhores cacaus do mundo</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid mpc-row"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 mpc-column" data-column-id="mpc_column-3169dac0f724699"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element introtext">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Benefici&aacute;rio do programa Territ&oacute;rios Inclusivos e Sustent&aacute;veis na Amaz&ocirc;nia, o produtor de cacau ostenta uma das 50 melhores am&ecirc;ndoas de diversos continentes que concorrem ao Pr&ecirc;mio Internacional de Cacau</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/joao_evangelista2_cocoa-excellence.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="joao_evangelista2_cocoa-excellence"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Benefici&aacute;rio do programa Territ&oacute;rios Inclusivos e Sustent&aacute;veis na Amaz&ocirc;nia, o produtor de cacau ostenta uma das 50 melhores am&ecirc;ndoas de diversos continentes que concorrem ao Pr&ecirc;mio Internacional de Cacau</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Na regi&atilde;o de um dos maiores assentamentos da reforma agr&aacute;ria na Am&eacute;rica Latina, o Tuer&ecirc;, em Novo Repartimento, na Amaz&ocirc;nia paraense, vive um casal muito simp&aacute;tico: Maria Jos&eacute;lia Santos Lopes, de 55 anos, e Jo&atilde;o Evangelista Lima, de 58. Jo&atilde;o tem uma hist&oacute;ria bem diferente desde seu nascimento, ou melhor, desde o dia em que foi batizado quando crian&ccedil;a.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Se voc&ecirc; for na &aacute;rea do Serro Azul, no Tuer&ecirc;, e perguntar pelo &ldquo;seu Jo&atilde;o Evangelista&rdquo;, n&atilde;o vai encontr&aacute;-lo, j&aacute; o Rog&eacute;rio&hellip;mas que hist&oacute;ria &eacute; essa? Ele mesmo explica. &ldquo;Na hora do batismo, teve uma interfer&ecirc;ncia dos meus padrinhos, e meus pais acabaram mudando meu nome. Mas como j&aacute; tinham se acostumado a me chamar de Rog&eacute;rio desde novinho, continuaram me chamando assim&rdquo;, conta, explicando que os padrinhos fizeram quest&atilde;o de alterar seu nome para o santo homenageado no dia 27 de dezembro, data em que aconteceu o sacramento. Assim se fez, e hoje ele &eacute; Jo&atilde;o Evangelista de registro e Rog&eacute;rio de cora&ccedil;&atilde;o!</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Nascido no munic&iacute;pio de Brejo, no Maranh&atilde;o, Rog&eacute;rio jamais havia imaginado que seu nome, o de batismo, ficaria conhecido at&eacute; mesmo do outro lado do mundo. E muito menos que isso aconteceria por causa do cacau, atividade que se dedica h&aacute; alguns anos. As am&ecirc;ndoas h&iacute;bridas produzidas por ele no s&iacute;tio JE, est&atilde;o entre as 50 amostras finalistas selecionadas pelo programa Cocoa of Excellence (Cacau de Excel&ecirc;ncia), cuja cerim&ocirc;nia de premia&ccedil;&atilde;o ocorre este m&ecirc;s durante o Sal&atilde;o do Chocolate de Paris, o mais importante evento do setor.</p>
<div></div>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/cacau-joao-evangelista.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="cacau-joao-evangelista"></div><figcaption class="vc_figure-caption">O cacau produzido por Jo&atilde;o Evangelista est&aacute; entre os melhores do mundo. Foto: Jord&acirc;nia Braga/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>H&aacute; cerca de tr&ecirc;s anos, o produtor conheceu a&nbsp;<strong>Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</strong>, que marcou profundamente sua vida e a forma de cultivo. Ele &eacute; um dos produtores assistidos pelo programa&nbsp;<em>Territ&oacute;rios Inclusivos e Sustent&aacute;veis na Amaz&ocirc;nia</em>&nbsp;que, por meio de Sistemas Agroflorestais (SAFs), incentiva as fam&iacute;lias produtoras a seguirem as melhores pr&aacute;ticas de fermenta&ccedil;&atilde;o, colheita, quebra e secagem do cacau para alcan&ccedil;ar um resultado mais sustent&aacute;vel, incrementar a renda e ainda reduzir o desmatamento na Amaz&ocirc;nia.&nbsp;O programa conta agora com o projeto RestaurAmaz&ocirc;nia, apoiado pelo Fundo JBS pela Amaz&ocirc;nia e que pretende beneficiar 1,5 mil fam&iacute;lias at&eacute; 2026.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>E foi por meio da Organiza&ccedil;&atilde;o que a am&ecirc;ndoa produzida por ele concorre ao pr&ecirc;mio. A amostra foi enviada por um dos t&eacute;cnicos e, quando chegou a resposta, n&atilde;o podia ser melhor.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote>
<p dir="ltr">Foram muitas amostras, e a minha ter sido uma das selecionadas dentre as 50 foi muito legal, at&eacute; mesmo porque eu fiz uma parte. Os meninos da Solidaridad me ensinaram a fazer, eles colocaram na estrada para andar. Mas eu tamb&eacute;m me considero merecedor e fiquei alegre&rdquo;, conta.</p>
</blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Mesmo trabalhando com cacau h&aacute; cerca de duas d&eacute;cadas, desde os tempos em que morava no munic&iacute;pio de S&atilde;o F&eacute;lix do Xingu, um resultado t&atilde;o expressivo s&oacute; foi alcan&ccedil;ado depois que os extensionistas da&nbsp;<strong>Solidaridad&nbsp;</strong>o ensinaram as melhores t&eacute;cnicas de fermenta&ccedil;&atilde;o.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<blockquote><p>
Foram eles, meus parceiros, que me incentivaram. Acho que se fosse por mim, isso n&atilde;o teria acontecido. Minha sabedoria &eacute; pouca, a cultura muito pouca, a leitura&hellip;dependia de algu&eacute;m para incentivar.&nbsp; E isso fez uma diferen&ccedil;a grande. A gente ganha um pouquinho a mais e isso &eacute; bom, faz diferen&ccedil;a no bolso da gente&rdquo;, explica ele, com um largo sorriso no rosto.
</p></blockquote>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 dir="ltr">DO GARIMPO &Agrave; AGRICULTURA</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr">Em uma &aacute;rea total de 8 hectares da fazenda, quase 5 mil p&eacute;s de cacau est&atilde;o em plena produ&ccedil;&atilde;o. Outros 1,6 mil s&atilde;o plantas jovens, que ainda n&atilde;o floresceram, e uma nova &aacute;rea est&aacute; em preparo para ampliar a lavoura em mais 1,4 mil mudas, que ser&atilde;o plantadas nos pr&oacute;ximos meses. &Eacute; desta &aacute;rea que sai uma produ&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual de 4,8 toneladas de cacau, produzidas de forma cuidadosa. A propriedade ganhou cocho e estufa, estruturas necess&aacute;rias para a secagem e o processo de fermenta&ccedil;&atilde;o.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o em preservar o meio ambiente &eacute; um dos pilares trabalhados pela&nbsp;<strong>Solidaridad&nbsp;</strong>com as fam&iacute;lias produtoras. E isso fica bem evidente na propriedade do Rog&eacute;rio, onde grandes &aacute;rvores v&ecirc;m ganhando espa&ccedil;o junto aos cacaueiros. &ldquo;Produtor que planta cacau refloresta. Al&eacute;m de ele estar vivendo e sustentando sua pr&oacute;pria fam&iacute;lia, o cacau o ajuda a reflorestar e, para o meio ambiente, isso &eacute; muito bom&rdquo;, afirma.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Mas antes de suas am&ecirc;ndoas serem inclu&iacute;das em receitas de chocolates finos, produzidos por f&aacute;bricas artesanais do conceituado mercado&nbsp;<em>bean-to-bar</em>, Jo&atilde;o Evangelista trilhou outros caminhos. Quando a fam&iacute;lia foi do Maranh&atilde;o para o Par&aacute; em busca de uma melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida, fixou resid&ecirc;ncia no munic&iacute;pio de Anapu. Ele tinha 17 anos e passaram a morar numa propriedade cercada pela floresta.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1044" height="776" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/chocolate-casa-laseviucius.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="chocolate-casa-laseviucius"></div><figcaption class="vc_figure-caption">Chocolates bean-to-bar da Casa Lasevicius levam as am&ecirc;ndoas produzidas por Jo&atilde;o. Foto: Casa Lasevicius</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p dir="ltr">Ainda muito jovem, foi atra&iacute;do pelo &ldquo;brilho dourado&rdquo; de ser garimpeiro na Serra Pelada, em Curion&oacute;polis, tamb&eacute;m no Par&aacute;. O maior garimpo a c&eacute;u aberto do mundo recebia gente de todas as regi&otilde;es brasileiras na d&eacute;cada de 1980, atra&iacute;das pela promessa de enriquecimento r&aacute;pido. O que milhares de homens desejavam era &ldquo;bamburrar&rdquo; &ndash; express&atilde;o usada por quem conseguiu ficar rico encontrando uma grande quantidade de ouro -, o que poucos conseguiam.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>&laquo;Eu fiquei 14 anos trabalhando com garimpo. Da&iacute; com 33 anos foi que eu achei o jeito de trabalhar na terra&rdquo;, relembra a pr&oacute;pria hist&oacute;ria. Foi ainda trabalhando como garimpeiro em uma regi&atilde;o de assentamento da reforma agr&aacute;ria que conseguiu comprar um pequeno peda&ccedil;o de ch&atilde;o. Por sete anos viveu l&aacute;, construiu casa, ajeitou as coisas e se casou com dona Jos&eacute;lia. Desde ent&atilde;o, os dois dividem a vida e o amor. E l&aacute; se v&atilde;o 18 anos.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1198" height="1200" src="https://solidaridadlatam.org/brasil/wp-content/uploads/2023/08/joao-evangelista-joselia.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="joao-evangelista-joselia"></div><figcaption class="vc_figure-caption">S&atilde;o quase 20 anos de uni&atilde;o entre Evangelista e Jos&eacute;lia e, nos &uacute;ltimos anos, o casal se dedica &agrave; cacauicultura. Foto: Jord&acirc;nia Braga/Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad</figcaption>
		</figure>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 dir="ltr">ENDERE&Ccedil;O FIXO NO TUER&Ecirc;</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A chegada ao Tuer&ecirc; se deu pela busca de uma terra mais adequada para o plantio do cacau. Vindo de S&atilde;o F&eacute;lix do Xingu, morou por uns tempos no munic&iacute;pio vizinho, Breu Branco, mas foi no Tuer&ecirc; que encontrou sua morada definitiva. Com a renda das am&ecirc;ndoas, a vida foi melhorando. Constru&iacute;ram uma nova casa, ampla, confort&aacute;vel, cuja varanda recebe uma brisa leve e fresca. Tamb&eacute;m &eacute; da varanda que o casal observa os cacaueiros florescerem, darem frutos e amadurecerem at&eacute; o ponto da colheita.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>E a produ&ccedil;&atilde;o de cacau foi um divisor de &aacute;guas na vida da fam&iacute;lia. &ldquo;Se n&atilde;o fosse o plantio, eu nem sei se eu teria essa terra aqui. Nos momentos mais complicados, a &uacute;nica fonte de renda que t&iacute;nhamos era s&oacute; do cacau&rdquo;, diz, demonstrando emo&ccedil;&atilde;o. E assim vai se construindo a hist&oacute;ria de Jo&atilde;o Evangelista, ou Rog&eacute;rio, e de dona Jos&eacute;lia. N&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil entender os motivos que os levaram t&atilde;o longe: o amor &agrave; terra, a vontade de produzir e o fato de terem compreendido que, no campo, homem e natureza s&atilde;o parte de um mesmo destino.</p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_video_widget wpb_content_element vc_clearfix vc_video-aspect-ratio-169 vc_video-el-width-100 vc_video-align-center">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 class="wpb_heading wpb_video_heading">ASSISTA AO DEPOIMENTO DE JO&Atilde;O EVANGELISTA:</h2>
			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Jo&atilde;o Evangelista, produtor de uma das 50 melhores am&ecirc;ndoas de cacau do mundo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jm7YP6gICMM?start=1&feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 dir="ltr">SAIBA MAIS SOBRE A ATUA&Ccedil;&Atilde;O DA SOLIDARIDAD NA AMAZ&Ocirc;NIA:</h2>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element">
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul dir="ltr">
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/fundacao-solidaridad-tem-projeto-selecionado-pelo-fundo-jbs-pela-amazonia/">Funda&ccedil;&atilde;o Solidaridad tem projeto selecionado pelo Fundo JBS pela Amaz&ocirc;nia</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/por-uma-agricultura-de-baixo-carbono-economicamente-inclusiva-na-amazonia/">Por uma agricultura de baixo carbono economicamente inclusiva na Amaz&ocirc;nia</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/news/ater-e-saf-novos-videos-sobre-o-trabalho-na-amazonia/">ATER e SAF: novos v&iacute;deos sobre o trabalho na Amaz&ocirc;nia</a></li>
<li><a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacao/cacau-do-tuere-entre-os-melhores-do-brasil/">Cacau do Tuer&ecirc; entre os melhores do Brasil</a></li>
</ul>
<div></div>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
</div><p>La entrada <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil/cacau/elevando-o-nome-do-tuere-joao-evangelista-e-um-dos-melhores-cacaus-do-mundo/">Elevando o nome do Tuerê: João Evangelista e um dos melhores cacaus do mundo</a> se publicó primero en <a href="https://solidaridadlatam.org/brasil">Solidaridad Southamerica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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