{"id":10072,"date":"2020-10-22T15:32:45","date_gmt":"2020-10-22T18:32:45","guid":{"rendered":"https:\/\/brasil.solidaridadlatam.org\/?p=10072"},"modified":"2023-08-16T17:15:31","modified_gmt":"2023-08-16T20:15:31","slug":"transformacao-esg-o-papel-das-grandes-empresas-e-de-cadeias-produtivas-integradas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/solidaridadlatam.org\/brasil\/news\/transformacao-esg-o-papel-das-grandes-empresas-e-de-cadeias-produtivas-integradas\/","title":{"rendered":"Transforma\u00e7\u00e3o ESG: o papel das grandes empresas e de cadeias produtivas integradas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb el_class=\u00bbintrotext\u00bb]Em artigo publicado na revista Interesse Nacional, o Diretor de Pa\u00eds da Solidaridad Brasil, Rodrigo Castro, e a representante no Continental Supervisory Board da Solidaridad para a Am\u00e9rica Latina, Carolina da Costa, discutem melhores pr\u00e1ticas de sustentabilidade para a governan\u00e7a corporativa[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]A sigla ESG (<em>Environment, Social and Corporate Governance<\/em>) incorpora um conjunto de princ\u00edpios que refletem uma governan\u00e7a corporativa comprometida n\u00e3o apenas em monitorar impactos do neg\u00f3cio, mas tamb\u00e9m em promover ampla preserva\u00e7\u00e3o ambiental e desenvolvimento social. O conceito adv\u00e9m da ideia do\u00a0<em>Triple Bottom Line<\/em>, introduzido por Elkington na d\u00e9cada de 90, que propunha adicionar \u00e0 \u00f3tica econ\u00f4mica de entendimento dos neg\u00f3cios tamb\u00e9m as dimens\u00f5es ambientais e sociais. O termo ESG resultou da publica\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio\u00a0<em>Who Cares Wins, Connecting Financial Markets to a Changing World<\/em>, uma iniciativa conjunta desenvolvida pelo Pacto Global da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), juntamente com diversas institui\u00e7\u00f5es financeiras, nos anos 2000.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]O relat\u00f3rio\u00a0<em>Who Cares Wins<\/em>, originado do Pacto Global, n\u00e3o \u00e9 um instrumento regulat\u00f3rio, um c\u00f3digo de conduta obrigat\u00f3rio ou um f\u00f3rum para policiar as pol\u00edticas e pr\u00e1ticas gerenciais. \u00c9 uma iniciativa volunt\u00e1ria que fornece diretrizes para a promo\u00e7\u00e3o do crescimento sustent\u00e1vel e da cidadania por meio de lideran\u00e7as corporativas comprometidas e inovadoras. Esse documento destaca o papel essencial do setor financeiro como articulador e facilitador de pr\u00e1ticas de ESG de forma propositiva para a sociedade como um todo.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]J\u00e1 no in\u00edcio de 2005, as Na\u00e7\u00f5es Unidas juntamente com um grupo dos maiores investidores institucionais do mundo se juntaram para desenvolver algumas premissas para balizar as atividades financeiras em prol de um desenvolvimento corporativo sustent\u00e1vel. Como resultado, foram desenvolvidos os Princ\u00edpios para o Investimento Respons\u00e1vel (PRI). Os Princ\u00edpios foram lan\u00e7ados em abril de 2006, na Bolsa de Valores de Nova York, e, desde ent\u00e3o, o n\u00famero de signat\u00e1rios cresceu de 100 para mais de 3 mil, que representam mais de US$ 100 trilh\u00f5es de ativos. De acordo com a Morningstar, at\u00e9 o primeiro semestre de 2020, os ingressos l\u00edquidos em fundos ESG alcan\u00e7avam U$ 21 bilh\u00f5es.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Apesar de o termo e o conceito ESG j\u00e1 circularem h\u00e1 algumas d\u00e9cadas entre acad\u00eamicos e lideran\u00e7as de v\u00e1rios tipos de institui\u00e7\u00f5es, o atual contexto de fragilidade econ\u00f4mica e social provocado pela pandemia da Covid-19, somado \u00e0 press\u00e3o de grandes investidores internacionais fez com que novos holofotes se voltassem com intensidade ao tema.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]As tend\u00eancias mundiais indicam que a sustentabilidade est\u00e1 no foco de empresas, do mercado financeiro, dos consumidores e de muitos governos. Por exemplo, BlackRock e Storebrand anunciaram revis\u00f5es significativas em seus portf\u00f3lios de investimento, punindo empresas detentoras de passivos ambientais e sociais. Mesmo que esse movimento dos investidores seja pol\u00eamico, ora pela dificuldade de aferi\u00e7\u00e3o e coer\u00eancia nos crit\u00e9rios de exclus\u00e3o de empresas do portf\u00f3lio, ora porque a transi\u00e7\u00e3o das exclu\u00eddas para modelos de opera\u00e7\u00e3o mais \u201cverde\u201d seja lenta e custosa (e, portanto, uma retirada abrupta de acesso ao capital tamb\u00e9m lesa o ecossistema atual), o fato \u00e9 que gerou uma ampla agenda de discuss\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o ESG: quais dados, quais crit\u00e9rios, como rastrear\/monitorar, como selecionar e avaliar, onde investir, etc. Movimentos assim ilustram o poder que investidores juntamente com consumidores t\u00eam de pressionar grandes empresas a modificar o modus operandi dos neg\u00f3cios.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]<\/p>\n<h2>BRASIL PODERIA SER REFER\u00caNCIA AGROCLIM\u00c1TICA<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]No Brasil, temos acompanhado um movimento significativo de lideran\u00e7as empresariais e pol\u00edticas com compromissos e demandas para reposicionar o pa\u00eds em um patamar de destaque em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento ambiental e social. Pela import\u00e2ncia estrat\u00e9gica na produ\u00e7\u00e3o de alimentos e na regula\u00e7\u00e3o global do clima, existe um potencial subexplorado que pode, no futuro, fortalecer a posi\u00e7\u00e3o do pa\u00eds como refer\u00eancia agroclim\u00e1tica. S\u00e3o poucos os pa\u00edses que podem desempenhar um papel t\u00e3o estrat\u00e9gico na produ\u00e7\u00e3o de alimentos com reduzida emiss\u00e3o de carbono e ao mesmo tempo mitigar efeitos do aquecimento global.[\/vc_column_text][vc_single_image image=\u00bb10073&#8243; img_size=\u00bbfull\u00bb add_caption=\u00bbyes\u00bb alignment=\u00bbcenter\u00bb parallax_scroll=\u00bbno\u00bb][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]H\u00e1 debates mais ou menos extremados sobre como a transi\u00e7\u00e3o para modelos de neg\u00f3cios mais sustent\u00e1veis, em uma economia de baixo carbono, pode ocorrer. De um lado, h\u00e1 um gigante passivo de transi\u00e7\u00e3o, como relatado em um recente relat\u00f3rio do\u00a0<em>World Economic Forum (The future of the nature and business, 2020)<\/em>, que afirma que o passivo ambiental acumulado no mundo at\u00e9 o momento ultrapassa US$ 44 trilh\u00f5es. O relat\u00f3rio projeta custos de US$ 2,7 trilh\u00f5es\/ano at\u00e9 2030 para transi\u00e7\u00e3o para nova economia, o que inclui a necessidade de novas tecnologias que s\u00e3o cr\u00edticas para 80% das novas oportunidades de neg\u00f3cios. Por outro lado, h\u00e1 outras estimativas, como do World Resource Institute Brasil (2020), que aponta para ganhos de R$ 2,8 trilh\u00f5es no PIB na pr\u00f3xima d\u00e9cada com economia de baixo carbono orientada \u00e0s cadeias de infraestrutura inteligente, inova\u00e7\u00e3o industrial e agricultura sustent\u00e1vel. Somente na agricultura, poderia haver um incremento de R$ 19 bilh\u00f5es em receitas, a restaura\u00e7\u00e3o de 120 mil km\u00b2 de pastagens degradadas e a redu\u00e7\u00e3o em 42% das emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa (GEE). Se isso acontecer, em dez anos, o pa\u00eds poder\u00e1 ser mais competitivo e livre do desmatamento. A ado\u00e7\u00e3o de melhores pr\u00e1ticas ESG poder\u00e1 valorizar a marca Brasil no mundo e fortalecer a posi\u00e7\u00e3o do pa\u00eds como pot\u00eancia agroclim\u00e1tica.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Uma economia de baixo carbono passou a ser foco n\u00e3o apenas da agenda ambientalista, mas de todos aqueles que lidam com mapeamento dos riscos clim\u00e1ticos e ambientais, uma vez que afeta significativamente setores produtivos de alto impacto econ\u00f4mico. N\u00e3o \u00e0 toa, o tema Amaz\u00f4nia, e o risco de devasta\u00e7\u00e3o (caso desmatamento criminoso n\u00e3o seja contido), ganhou ampla evid\u00eancia dado o impacto que esse bioma tem no equil\u00edbrio clim\u00e1tico do mundo.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]A Amaz\u00f4nia ocupa uma \u00e1rea correspondente a cerca de 40% da Am\u00e9rica do Sul. A regi\u00e3o, de densa floresta tropical, espalha-se por nove pa\u00edses, mas 60% de sua extens\u00e3o situa-se no Brasil. Na Amaz\u00f4nia legal brasileira, vivem 27 milh\u00f5es de pessoas. A floresta desempenha papel crucial no ciclo da \u00e1gua e no regime de chuvas e tem extrema import\u00e2ncia na regula\u00e7\u00e3o do clima global e na mitiga\u00e7\u00e3o do aquecimento do planeta. Segundo dados da Universidade de Maryland (EUA), lan\u00e7ados no Global Forest Watch, o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que mais perdeu \u00e1rea de florestas no mundo. De janeiro a dezembro de 2019, registrou a maior taxa de desmatamento anual em uma d\u00e9cada, acumulando quase 1,4 milh\u00e3o km\u00b2 destru\u00eddos \u2014 o que corresponde a um ter\u00e7o do que foi desmatado em todo o planeta nesse per\u00edodo. No primeiro semestre de 2020, a convers\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa na Amaz\u00f4nia Legal foi 26% superior em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019, com perda de 3 mil km\u00b2. Isso representa o pior resultado do primeiro semestre nos \u00faltimos cinco anos.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]No mapa mundial de produ\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa (GEE), o Brasil contribui com menos de 3% das emiss\u00f5es globais. Isso se deve em grande parte ao uso de uma matriz energ\u00e9tica majoritariamente advinda de fontes renov\u00e1veis. Seu maior passivo ambiental, por\u00e9m, est\u00e1 no uso indevido (desmatamento) de terras e florestas (45%) e nas atividades de agropecu\u00e1ria (25%). Ou seja, h\u00e1 muitas oportunidades para o Brasil se tornar um polo de gera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de carbono. Se o pa\u00eds optar por expandir sua produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria livre de desmatamento, utilizando meios de produ\u00e7\u00e3o e uso da terra mais eficientes e intensivos, poder\u00e1 dar um salto em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade, produtividade e competitividade.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Boas pr\u00e1ticas atreladas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o atraem investimentos. De acordo com relat\u00f3rio recente (2020) do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (CEBDS), cr\u00e9ditos de carbono advindos da preserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia poderiam render US$ 10 bilh\u00f5es\/ano. \u00c0 medida que o mercado de cr\u00e9dito de carbono avance para maior regulamenta\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o, o setor privado brasileiro que operar na gera\u00e7\u00e3o desses cr\u00e9ditos poder\u00e1 se beneficiar significativamente do mercado global de comercializa\u00e7\u00e3o desses ativos. Vale destacar que h\u00e1 46 pa\u00edses j\u00e1 trabalhando com algum formato de indu\u00e7\u00e3o de mercado de carbono. Algumas grandes empresas j\u00e1 t\u00eam contabilizado e precificado cr\u00e9ditos de redu\u00e7\u00e3o de GEE em suas atividades internas e podem se tornar atores altamente relevantes para a indu\u00e7\u00e3o desse mercado global.[\/vc_column_text][vc_single_image image=\u00bb10074&#8243; img_size=\u00bbfull\u00bb add_caption=\u00bbyes\u00bb alignment=\u00bbcenter\u00bb parallax_scroll=\u00bbno\u00bb][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]<\/p>\n<h2>ASSIST\u00caNCIA T\u00c9CNICA EM PROJETOS DE REDU\u00c7\u00c3O DE CARBONO<\/h2>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Nessa dire\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um grande potencial para pilotos e projetos de redu\u00e7\u00e3o de carbono nas cadeias de suprimentos de grandes empresas. Nesses projetos, o papel da assist\u00eancia t\u00e9cnica \u00e9 altamente relevante para apoiar no desenvolvimento de mecanismos de redu\u00e7\u00e3o e mensura\u00e7\u00e3o de resultados ao longo dessas cadeias. Na agropecu\u00e1ria, h\u00e1 casos bem-sucedidos de redu\u00e7\u00e3o de carbono atrav\u00e9s da integra\u00e7\u00e3o entre lavoura, pecu\u00e1ria e floresta em sistemas silvipastoris e agrossilvipastoris.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Um desses casos \u00e9 o projeto<strong>\u00a0Territ\u00f3rios Inclusivos e Sustent\u00e1veis na Amaz\u00f4nia<\/strong>\u00a0realizado no assentamento rural Tuer\u00ea, em Novo Repartimento, no Par\u00e1 \u2013 um dos maiores assentamentos rurais do mundo, com 170 mil hectares e mais de 3 mil fam\u00edlias. Concilia floresta, cacau e pecu\u00e1ria. Iniciado em 2015, atualmente mais de 225 pequenas e pequenos produtores recebem assist\u00eancia t\u00e9cnica da\u00a0<strong>Solidaridad\u00a0<\/strong>para implementar pr\u00e1ticas de baixo carbono, como intensifica\u00e7\u00e3o produtiva e restaura\u00e7\u00e3o produtiva de pastagens degradadas, aliando a melhoria da produ\u00e7\u00e3o \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o das florestas e \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de renda. Agricultores familiares demonstraram que recuperar \u00e1reas de pastagens degradadas pela cria\u00e7\u00e3o extensiva de gado com o cultivo do cacau em Sistemas Agroflorestais (SAFs) \u00e9 mais rent\u00e1vel do que desmatar para abrir novas \u00e1reas de pastagem. O aumento de produtividade e rentabilidade, ligado \u00e0s pr\u00e1ticas de baixa emiss\u00e3o de carbono, pode ajudar a mudar a mentalidade de outros produtores que ainda enxergam as florestas como elementos meramente passivos. O objetivo \u00e9 assegurar que a cria\u00e7\u00e3o de gado n\u00e3o avance sobre novas \u00e1reas florestais e que o cacau, nativo da Amaz\u00f4nia, converta-se em fonte de renda em sistema de produ\u00e7\u00e3o integrado cacau\/pecu\u00e1ria.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]A t\u00e9cnica denominada restaura\u00e7\u00e3o produtiva, adotada pela<strong>\u00a0Solidaridad Brasil\u00a0<\/strong>na Amaz\u00f4nia, \u00e9 baseada em Sistemas Agroflorestais (SAFs). A escolha do SAF, tendo o cacau \u2014 esp\u00e9cie nativa da regi\u00e3o \u2014 como carro-chefe, atende simultaneamente \u00e0s prioridades de recomposi\u00e7\u00e3o florestal e gera\u00e7\u00e3o de renda. Esta uni\u00e3o garante a sustentabilidade do processo e promove a inclus\u00e3o da agricultura familiar na cadeia produtiva, na regulariza\u00e7\u00e3o ambiental e na mitiga\u00e7\u00e3o de efeitos do aquecimento global.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]Uma das chaves para a sustentabilidade deste modelo de produ\u00e7\u00e3o ao longo do tempo \u00e9 a assist\u00eancia t\u00e9cnica de impacto oferecida pela\u00a0<strong>Solidaridad<\/strong>, que inclui o contato constante entre t\u00e9cnicos e produtores, com visitas individuais; treinamento coletivo e o interc\u00e2mbio de experi\u00eancias atrav\u00e9s de grupos de aprendizagem; o uso de unidades-piloto demonstrativas e o uso de ferramentas digitais, como o\u00a0<em>Extension Solution<\/em>, desenvolvido pela\u00a0<strong>Solidaridad<\/strong>. Al\u00e9m da gest\u00e3o agr\u00edcola, a iniciativa tamb\u00e9m promove a capacita\u00e7\u00e3o em gest\u00e3o financeira, apoio na comercializa\u00e7\u00e3o e governan\u00e7a ambiental, fomentando a articula\u00e7\u00e3o com atores p\u00fablicos e privados, especialmente para a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento e a regulariza\u00e7\u00e3o ambiental.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]O projeto Tuer\u00ea ajudou a reduzir em 61% o desmatamento nas \u00e1reas de influ\u00eancia do programa, ampliou em 20% a capacidade das propriedades no sequestro de carbono e contribuiu para o incremento de 56% na renda dos pequenos produtores. Nas unidades demonstrativas de pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel, aumentou-se a produtividade livre de desmatamento em 200%. As boas pr\u00e1ticas aumentam a taxa de fertilidade do gado e a taxa de produtividade do cacau em 34%. Os rendimentos do cacau, por sua vez, ajudam os produtores a recuperar o investimento realizado em restaura\u00e7\u00e3o. Enquanto o pre\u00e7o de um quilo de cacau no mercado normal \u00e9 de quase R$ 8, o pre\u00e7o dos gr\u00e3os de alta qualidade no mercado\u00a0<em>bean to bar\u00a0<\/em>(da am\u00eandoa \u00e0 barra) \u00e9 de R$ 33. Esses resultados apontam que \u00e9 poss\u00edvel aliar a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da natureza, trazendo benef\u00edcios para os produtores, para a sociedade e para o planeta. O futuro depende da produ\u00e7\u00e3o de alimentos que reduza a emiss\u00e3o de carbono, esteja em equil\u00edbrio com a natureza e ao mesmo tempo gere prosperidade e inclus\u00e3o social.[\/vc_column_text][vc_single_image image=\u00bb10075&#8243; img_size=\u00bbfull\u00bb add_caption=\u00bbyes\u00bb alignment=\u00bbcenter\u00bb parallax_scroll=\u00bbno\u00bb][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]H\u00e1 diversas oportunidades para o Brasil trabalhar com transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono e preserva\u00e7\u00e3o da biomassa valendo-se de assist\u00eancia t\u00e9cnica acoplada a novos modelos de financiamento que grandes empresas podem disponibilizar para suas cadeias de valor. Mas, como isso seria poss\u00edvel? Ora, grandes empresas j\u00e1 \u201cfinanciam\u201d suas cadeias de valor, gerindo fluxo de pagamento a fornecedores e clientes. Se hoje o passivo circulante das empresas gera recursos da ordem de R$ 310 bilh\u00f5es em gest\u00e3o de fornecedores, h\u00e1 capital abundante aguardando para uma gest\u00e3o mais orientada \u00e0 mitiga\u00e7\u00e3o de riscos sociais e ambientais. Setores com capital de giro intensivo significam uma circula\u00e7\u00e3o de recursos da ordem de 40% do PIB, com receitas anuais de cerca de R$ 3 trilh\u00f5es. As linhas de financiamento dos grandes bancos (via risco sacado) est\u00e3o voltadas ao financiamento das pr\u00f3prias opera\u00e7\u00f5es das empresas, sem, contudo, aplicar um olhar de sustentabilidade \u00e0 cadeia de suprimentos ou clientes. S\u00e3o estruturas que operam a taxas anuais que variam entre CDI + 13%-15%, dando f\u00f4lego financeiro, mas retirando rentabilidade dos fornecedores das grandes empresas.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]H\u00e1, portanto, oportunidade para novos mecanismos de financiamento atrav\u00e9s desses players de grande porte que reduzam o custo do capital destinado \u00e0 sua cadeia de valor e, ao mesmo tempo, acoplem indicadores ESG para concess\u00e3o de cr\u00e9dito e para redu\u00e7\u00e3o de taxas \u00e0 medida que metas ESG s\u00e3o alcan\u00e7adas. Sem necessidade da intermedia\u00e7\u00e3o financeira de grandes bancos, empresas podem desenvolver, com ajuda de gestoras de recursos, mais\u00a0<em>fintechs<\/em>, plataformas altamente customizadas para atender a seus objetivos espec\u00edficos. \u00c9 \u201cfinanciar\u201d ao mesmo tempo que educa sua cadeia de valor, atraindo parceiros t\u00e9cnicos na assist\u00eancia para novas formas sustent\u00e1veis de opera\u00e7\u00e3o. As grandes empresas mant\u00eam seu fluxo, mitigando riscos e fortalecendo a agenda ESG; os fornecedores melhoram sua rentabilidade e efici\u00eancia, operando de maneira mais sustent\u00e1vel.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]\u00c9 tempo de as empresas considerarem, al\u00e9m da rentabilidade e da redu\u00e7\u00e3o de risco do investimento, tamb\u00e9m o olhar integrado para seu ecossistema, fortalecendo o prop\u00f3sito e a contribui\u00e7\u00e3o maior que querem deixar para o planeta. A sociedade e o meio ambiente agradecem.[\/vc_column_text][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb]<\/p>\n<div class=\"content-container\">\n<div class=\"article-container\">\n<article>\n<div class=\"article-content\">\n<p><em>*Este artigo, escrito por\u00a0<strong>Rodrigo Castro<\/strong>\u00a0(Diretor de Pa\u00eds da Solidaridad Brasil) em parceria com\u00a0<strong>Carolina da Costa\u00a0<\/strong>(representante no Continental Supervisory Board da Solidaridad para a Am\u00e9rica Latina e s\u00f3cia da Mau\u00e1 Capital), foi originalmente publicado na revista Interesse Nacional:\u00a0<a href=\"http:\/\/interessenacional.com.br\/2020\/09\/28\/transformacao-esg-o-papel-das-grandes-empresas-e-de-cadeias-produtivas-integradas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/interessenacional.com.br\/2020\/09\/28\/transformacao-esg-o-papel-das-grandes-empresas-e-de-cadeias-produtivas-integradas\/<\/a>.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<section class=\"contact alternate\">\n<div class=\"c\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"contact-item\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=\u00bb20px\u00bb woodmart_hide_large=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_medium=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_small=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_extra_small=\u00bb0&#8243;][vc_custom_heading text=\u00bbInforma\u00e7\u00f5es de contato\u00bb][vc_empty_space height=\u00bb20px\u00bb woodmart_hide_large=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_medium=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_small=\u00bb0&#8243; woodmart_hide_extra_small=\u00bb0&#8243;]\t\t\t<link rel=\"stylesheet\" id=\"wd-info-box-css\" href=\"https:\/\/solidaridadlatam.org\/brasil\/wp-content\/themes\/woodmart\/css\/parts\/el-info-box.min.css?ver=7.4.3\" type=\"text\/css\" media=\"all\" \/> \t\t\t\t\t\t<div class=\"info-box-wrapper\">\n\t\t\t\t<div id=\"wd-64bad1ddb5266\" class=\" wd-rs-64bad1ddb5266 wd-info-box wd-wpb text-left box-icon-align-left box-style- color-scheme- wd-bg-none wd-items-top \">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"box-icon-wrapper  box-with-icon box-icon-simple\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"info-box-icon\">\n\n\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"120\" height=\"120\" src=\"https:\/\/solidaridadlatam.org\/brasil\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/rodrigo_castro.jpg\" class=\"attachment-full size-full\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"info-box-content\">\n\t\t\t\t\t\t<h4 class=\"info-box-title title box-title-style-default wd-fontsize-m\">Rodrigo Castro<\/h4>\t\t\t\t\t\t<div class=\"info-box-inner set-cont-mb-s reset-last-child\"><p>Diretor de Pa\u00eds<\/p>\n<p><a href=\"rodrigo.castro@solidaridadnetwork.org\">eMail<\/a><\/p>\n<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t[\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text text_larger=\u00bbno\u00bb el_class=\u00bbintrotext\u00bb]Em artigo publicado na revista Interesse Nacional, o Diretor de Pa\u00eds da Solidaridad Brasil, Rodrigo Castro, e a<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":10075,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[94],"tags":[],"paises":[],"programa":[],"tema":[],"formato":[],"class_list":["post-10072","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.4 - 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